terça-feira, 21 de junho de 2011

Fé e Obras, há Contradição?


HÁ ALGUM CONFLITO ENTRE A FÉ E AS OBRAS?
 Texto: Ef 2.8, Tg 2.16, 17

Muitos estudiosos da Bíblia encontram um irreconciliável conflito entre Paulo e Tiago acerca do que ensinaram sobre a fé e as obras. Paulo ensina que a salvação é recebida pela fé e não pelas obras (Ef 2.8,9). Tiago, por sua vez, ensina que sem obras a fé é morta (Tg 2.17). A grande pergunta é: Existe alguma contradição entre Paulo e Tiago? Estão esses dois escritores bíblicos em conflito? A fé exclui as obras ou as obras dispensam a fé? Precisamos entender que não há contradição nas Escrituras. Paulo e Tiago não estão batendo cabeça. Eles estão falando a mesma verdade, sob perspectivas diferentes. Paulo fala da causa da salvação e diz que somos salvos pela fé independente das obras. Tiago fala da consequência da salvação e diz que as obras é que provam a fé.

TANTO A FÉ COMO AS OBRAS SÃO FUNDAMENTAIS QUANDO SE TRATA DA SALVAÇÃO.
A fé é a raiz e as obras são o fruto. A fé produz o fruto das obras e as obras procedem da seiva que vem da raiz. A fé é a causa e as obras o resultado. Não somos salvos por causa das obras, mas para as boas obras. Não praticamos boas obras para sermos salvos, mas porque já fomos salvos pela fé. As obras não nos levam para o céu, mas aqueles que vão para o céu, porque foram salvos pela fé, serão acompanhados por suas obras.

TANTO A FÉ COMO AS OBRAS PROCEDEM DE DEUS.
 A fé é dom de Deus. Não geramos a fé, recebemo-la. As obras que praticamos são inspiradas pelo próprio Deus, pois é ele quem opera em nós tanto o querer quanto o realizar. De tal forma que não há espaço para soberba por parte de quem crê nem por parte de quem realiza boas obras, pois tanto a fé como as obras vieram de Deus e devem ser direcionadas para Deus. Nossa fé deve estar em Deus e nossas obras devem ser feitas para a glória de Deus.

DEUS MESMO PLANEJOU NOSSA SALVAÇÃO E ELE MESMO A EXECUTA.
Ele mesmo é quem abre nosso coração para crermos e ele mesmo nos dá poder para realizarmos as boas obras que atestam a autenticidade da fé. A fé prova nossa salvação diante de Deus e nossas obras diante dos homens. Deus vê a fé, os homens as obras. Fé e obras não se excluem, completam-se. A raiz sem frutos está morta; o fruto sem a raiz inexiste.

AQUELES QUE DEFENDEM A SALVAÇÃO PELA FÉ SEM A EVIDÊNCIA DAS OBRAS LABORAM EM ERRO. DE IGUAL FORMA, AQUELES QUE JULGAM ALCANÇAR A SALVAÇÃO PELAS OBRAS SEM A FÉ.
É preciso afirmar com meridiana clareza que a salvação é só pela fé e não pela fé mais o concurso das obras. Porém, a fé salvadora nunca vem só. A fé salvadora produz obras. Não provamos nossa salvação pela fé sem as obras, mas pela fé mediante as obras. As obras não são a causa da salvação, mas sua evidência.

CONCLUÍMOS, AFIRMANDO QUE NÃO HÁ QUALQUER CONFLITO ENTRE PAULO E TIAGO.
Não há qualquer contradição entre fé e obras. Não podemos confundir causa e efeito. Toda causa tem um efeito e todo efeito é produzido por uma causa. As obras não substituem a fé nem a fé pode vir desacompanhada das obras. Fé e obras caminham de mãos dadas. Não estão em lados opostos, mas são parceiras. Ambas têm o mesmo objetivo, glorificar a Deus pela salvação. Somos salvos pela fé e somos salvos para as obras. Recebemos fé e fomos preparados de antemão para as obras. Não há merecimento na fé nem nas obras. Ambas vem de Deus. Ambas devem glorificar a Deus. Ambas estão conectadas com nossa salvação. A fé nos leva a Cristo e as obras nos levam ao próximo. A fé nos coloca de joelhos diante de Deus em adoração e as obras nos coloca de pé diante dos homens em serviço. Somos salvos pela fé para adorarmos a Deus e somos salvos para as obras para servirmos ao próximo.

Rev. Hernandes Dias Lopes (Pastor Presbiteriano na 1ª IP de Vitória – ES)

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Senado comemora edição de cem milhões de Bíblias pela Sociedade Bíblica do Brasil

O Senado tem sessão especial na segunda-feira (20), a partir das 11h, para comemorar a impressão da centésima milionésima Bíblia pela Sociedade Bíblica do Brasil. O senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) foi quem apresentou requerimento solicitando a sessão.
Segundo o senador, a centésima milionésima impressão da bíblia feita pela instituição ocorre em junho deste ano, “façanha que lhe garantirá o título de maior gráfica para impressão de Bíblias no mundo”. Crivella disse que a Sociedade Bíblica do Brasil é uma instituição sem fins lucrativos que se dedica, há 63 anos, à promoção e difusão da Bíblia em vários idiomas e países.
O site oficial da instituição também comemora a produção e edição de cem milhões de bíblias este ano, desde que a Gráfica da Bíblia foi inaugurada, em 1995, em Barueri (SP). Segundo a instituição, dos cem milhões de bíblias produzidas em 16 anos, 23 milhões serviram para abastecer 105 países.
Ao reproduzir e imprimir a Bíblia, o senador disse que a instituição difunde “sua mensagem como instrumento de transformação espiritual, de fortalecimento dos valores éticos e morais e de incentivo ao desenvolvimento humano, nos aspectos espiritual, educacional, cultural e social”.

Notícias Cristãs com informações da Agência Senado

SOU ÉTICO! Cito as fontes. Copiado do Site Notícias Cristãs. Link Original: http://news.noticiascristas.com/

Não é possível ser Cheio do Espírito Santo, ter uma Mente Cristã e ser Maçom!

Não é possível ser Cheio do Espírito Santo, ter uma Mente Cristã e ser Maçom!



Por Marvin Kamps

Recentemente, fui confrontado com a pergunta: "ser membro da Igreja de Cristo era compatível com a filiação na Loja Maçónica, ou Maçonaria?" Fiz um estudo detalhado do que constitui a Maçonaria, a fim de que eu pudesse chegar a uma convicção pessoal, na tentativa de responder à pergunta acima.
Gostaria de compartilhar contigo o que eu descobri. Além disso, peço-te que em oração consideres a minha avaliação e juízo sobre esta questão da compatibilidade entre a Loja Maçónica e a Igreja de Cristo.

Em primeiro lugar, ao tratar este assunto, vou descrever brevemente os aspectos organizacionais da Maçonaria e depois avaliá-la como uma organização religiosa.

Maçonaria ou a Ordem Maçónica teve o seu início na Inglaterra. Ela era originalmente uma sociedade de construtores de catedrais no século 17. Os maçons de pedra e cortadores de pedra constituíam-se como os seus membros. A Loja Maçónica foi oficialmente criada no ano de 1717 na Inglaterra. Da Inglaterra, a Maçonaria rapidamente se espalhou para a Europa continental e em 1740 para a América do Norte. Por mais de 250 anos "os homens usam os “knelt” para empossar o juramento solene às Lojas Maçónicas. A Maçonaria foi organizada na Inglaterra, mas quatro em cada cinco maçons no mundo vivem agora nos E.U.A. Eles e os seus irmãos em outros países têm feito da Maçonaria a maior sociedade secreta internacional."1 Há mais de 16.000 Lojas Maçónicas neste país com uma sociedade de mais de quatro milhões e meio de membros. Como os maçons são poderosos, é difícil dizer, mas "num único ano, a maioria dos governadores estaduais, senadores e representantes dos E.U.A. são susceptíveis de serem maçons."2 Podes saber que existe algo chamado de grau 32º de Maçon. É o mais alto grau da Maçonaria, embora haja também um grau 33º honorífico. Os três graus básicos da Maçonaria são os de Aprendiz, Camarada, e Mestre Maçónico. Estes três graus constituem a Loja Azul ou simbólica.

Neste país depois de se atingir o 3º grau de Mestre Maçon, pode-se seguir um ou ambos os dois ritos maçónicos. "Um Mestre Maçom pode optar por subir uma ou ambas as duas escadas maçónicas dos ritos elevados: o Escocês ou o York ... Cerca ... de um em cada quatro mestres, tomaram o rito escocês."3 Um em cada dez Maçons pertencem ao rito York, que está fechado para os judeus e outros não-cristãos. Os principais oficiais de uma Loja Maçónica são o Mestre, o Director Sénior, o Director Júnior. O Mestre ou capelão começa a reunião pela leitura de uma porção da Escritura e com uma palavra de oração ao Ser Supremo.

A Composição da Loja é vedada aos negros e para aqueles que não têm um corpo são, como o cego e o aleijado. O candidato à adesão precisa expressar alguma crença num poder maior do que ele próprio... um confesso ateu não pode ser feito um Maçon.4

O candidato à adesão deve também fazer um juramento para manter inviolados os segredos da ordem. Os segredos incluem todas as instruções dadas na loja, os eventos da reunião, incluindo o extensivo e misterioso ritual, e as diferentes senhas secretas da Loja e cumprimentos que servem como um modo de identificação de um Maçom para outro. O juramento do Digitado Aprendiz é em parte: "Por tudo isto e estas eu sinceramente e solenemente prometo e juro sem equívocos... Vincular a mim mesmo sob pena nada menor do que ter minha garganta cortada de ponta a ponta, a minha língua arrancada pela as suas raízes... se consciente... violar este meu solene juramento... Assim, ajude-me Deus..."5

Lá está relacionada com a indução na maçonaria também uma misteriosa, degradante, humilhante iniciação. Não pretendo descrever, mas podes verificar alguma literatura disponível se desejares. O ponto do rito iniciático é para impressionar sobre o candidato que, como ele se torna um membro da Loja, ele passa da escuridão e da ignorância da não-maçonaria para a "luz" de maçonaria. De fato, a iniciação é a imitação dos candidatos do levantar dos mortos, uma intelectual e espiritual ressurreição.

À medida que concluímos a nossa descrição da Loja Maçónica como uma organização, peço-te que consideres a seguinte definição de Maçonaria, tal como previsto por alguns dos seus próprios adeptos, "Maçonaria é a actividade de unir estreitamente os homens que estão empregando formas simbólicas prestado principalmente a partir do comércio e da arquitectura maçom, trabalhar para o bem-estar da humanidade, moralmente esforçando para permitir que eles e outros, e, assim, trazer uma liga universal da humanidade, que eles aspiram exibir agora mesmo em pequena escala."6

Esta definição fala de um compromisso, um compromisso religioso. A Maçonaria é uma religião.
É uma religião orgulhosa! "É verdade que a alvenaria não é uma religião, mas é Religião, um culto em que todos os bons homens podem-se unir, que eles podem compartilhar a fé de todos."7 A afirmação bastante orgulhosa, como compreendes. Maçonaria, nesse sentido então, transcende todos os elementos periféricos em todas as outras religiões ou crenças e une-os num grande princípio, que supostamente é o coração e a alma de toda a religião. Hutchison observa: "A Maçonaria direcciona-nos a nos alienar das confinadas e fanáticas noções e ensina-nos que a humanidade é a alma da religião... e nós como Maçons só perseguimos a religião universal, a Religião da Natureza."8 E de Mackey lemos: "A religião da Maçonaria é cosmopolita, universal... Deus está igualmente presente com o piedoso hindu no templo, o judeu na sinagoga, o maometano na mesquita, e os cristãos na Igreja."9 Esta é a religião do Natureza ou a religião do humanismo. Os seus princípios e objectivos são a expressão do que o homem vai fazer, em nome do bem da humanidade. A Maçonaria identifica Deus com a Natureza. O homem torna-se seu próprio Deus. Sendo que a Natureza é Deus e o homem é o chefe intelectual de toda a natureza, é lógico que o homem deve definir a sua própria religião. A Maçonaria recusa-se a reconhecer que Deus é o independente, auto-suficiente Deus. Aquele que é o Criador e Legislador de todas as coisas. Deus deve, em e através de um acto de revelação definir o conteúdo e objecto de culto para o homem.

O deus da Maçonaria tem muitos nomes diferentes. Ele é o "Grande Arquitecto," o "Ser Supremo," o "Olho que tudo vê" o “Grande Ser." Este deus dos maçons não é o Único, Pessoal, Triúno, e Vivo Deus das Sagradas Escrituras. Os maçons têm um conceito panteísta de Deus. Deus é Natureza e a Natureza é Deus. "O seu D.E.U.S. é apenas um símbolo da natureza; ‘Natureza auto originada, a causa da sua própria existência, como diz Pike.’"10 O deus da Maçonaria é um ídolo da mente. Um Deus que o homem inventou para seus próprios fins!

No lugar de encontro da Loja, há um altar, e colocado no altar, está uma Bíblia. Que concepção do "bom livro" tem a Maçonaria? A Maçonaria, lembra-te, aceita homens de todos os credos em sua fraternidade, e, conseqüentemente, aceita todos os "bons livros", de todas as religiões. Os Maçons são mentes abertas! Os Maçons freqüentemente citam a Bíblia Sagrada, que de fato empresta a este movimento do mal uma fachada de respeitabilidade. Suas passagens preferidas são as relativas à construção do templo, os profetas, e os quatro evangelhos. Nos escritos da Maçonaria encontram-se repetidas referências ao bom pastor, ao bom Samaritano, à Arca da Aliança, ao castiçal de ouro, o templo e o seu sacerdócio, e até mesmo à ressurreição. Mas todas estas expressões e o que elas significam e representam, segundo as Escrituras são corrompidas e distorcidas pela Maçonaria. A Bíblia da Maçonaria não é a autoritária e infalível Palavra, "a sua Bíblia não é o livro cristão de revelação divina... mas apenas um dos muitos livros religiosos, como o Alcorão, os Vedas, a Zendavesta, o Livro do mormonismo, etc. "11 A Maçonaria irá tolerar qualquer mentira.

Mas o verdadeiro cristianismo é intolerante com a mentira. O crente confessa que só Deus pode e revela a verdade. O único registro do auto-revelador discurso de Deus para nós é o registrado nas Escrituras. O crente contesta a alegação de revelação de qualquer e de todos os livros que não sejam a Bíblia. A verdade é intolerante com a mentira, por amor ao nome de Deus. O Cristianismo condena como produtos do pecado o Corão, o livro de Mórmon, etc. Tu podes perceber então que a alvenaria tem muitos "bons livros." Apesar de afirmar aceitar a Bíblia como Palavra de Deus, na realidade, nega este fato. Isto é verdade, pela Maçonaria deixar de reconhecer a posição exclusiva da Bíblia como o único infalível, totalmente inspirado registro da revelação do único triúno Deus. A tentativa da Maçonaria de equacionar a Bíblia e o Alcorão, por exemplo, vendo-os como tendo igual valor e validade, está a negar a única, exclusiva posição da Sagrada Escritura. O assunto não é relativo.

O que a Maçonaria tem a dizer sobre Jesus Cristo? A Maçonaria opta por ignorar, em vez de negar explicitamente, a divindade de Cristo Jesus. Mas a sua tentativa de ignorar a pedra angular da Igreja não irá livrá-los da condenação. A Bíblia, como Palavra de Deus, exige que todos acreditem, ninguém tem o direito de ignorar a questão. Cristo confronta cada homem com a pergunta pertinente: "Quem vós dizeis que eu sou?" Nós temos, o homem tem de acreditar e confessar que Jesus é o eterno Filho de Deus na carne, o Salvador do Seu povo eleito.

Há muitos que condenam o secretismo das Lojas, há muitos que condenam os seus "monstruosos juramentos." Ah, pode-se dizer que estes juramentos são apenas diversão inocente, coisas de crianças, mas isso não é verdade. A questão de um juramento é um assunto espiritual sério. Quando alguém faz um juramento, ele chama Deus para testemunhar a verdade da sua declaração. Os maçons compreendem esse fato também... Basta ler novamente os juramentos da Loja e o seu sigilo; mas o que temos de compreender claramente é que a sua confidencialidade e todos os seus juramentos repulsivos são apenas questões periféricas. A Loja Maçónica está errada em mais pontos básicos. Sabe, também, que os seus erros básicos não são erros inocentes de julgamento, mas que são deliberadas rejeições da verdade das Escrituras. A Loja Maçónica nega a verdade relativamente a um Único, Vivo, Eterno, Triúno Deus, rejeita a revelação, recusa-se a confessar a eterna divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo. Este é o cerne da questão! Uma vez que a religião da Loja Maçónica está errada em seu centro, é completamente errada em todos os seus aspectos. É a religião do homem, Humanismo. A Maçonaria apoia-se num não-escritural, descrente conceito de antropologia, pecado, fraternidade, unidade e salvação.

A Loja Maçónica é uma organização anti-cristã. Sua religião não é apenas errada... é anti-cristã! É a tentativa do homem orgulhoso, (o que certamente irá falhar) para estabelecer esta fraternidade universal dos homens contra a Una, Santa, Igreja Universal de Jesus nosso Senhor. Somente na Igreja de Cristo está em e pode ter Irmandade. Crentes em todas as nações e em todas as idades são um na fé em Cristo, porque Cristo redimiu-nos de maneira que nós devemos ser um nEle.

Permitam-me concluir esta matéria com a seguinte sucinta avaliação dos maçons: "... A Maçonaria é uma seita religiosa diametralmente oposta ao cristianismo ... A moralidade da Maçonaria é uma sensualidade pagã; a sua muito elevada benevolência é desprovida da caridade de Cristo; a sua história mostra ser a Maçonaria o renascimento do misticismo pagão, a aplicação dos princípios religiosos dos humanistas, que atentou para levar o mundo de volta ao paganismo."12
Essa é a minha avaliação! Você concorda?
____________________
Notas:

1 William J. Whalen, Handbook of Secret Organizations (Milwaukee: Burce Pub. Co., 1966), p. 46.
2 Ibid., p. 53.
3 Ibid., p. 54.
4 Albert Mackey, An Encyclopedia of Freemasonry (Philadelphia: Moss and Co., 1875), p. 315.
5 Whalen, Op. cit., p. 57.
6 J. F. Newton, The Builders (New York: Macoy Pub. and Masonic Supply Co., 1930), p. 241.
7 Ibid., p. 251.
8 Ibid., p. 258.
9 Mackey, Loc. cit.
10 Arthur Pruess, Dictionary of Secret and Other Societies (St. Louis, Mo.: B. Herder Book Co., 1924), p. 143.
11 Pruess, Loc. cit.
12 Pruess, Loc. cit.
Tradução: Soberana Graca Via: Eleitos de Deus

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com 
 
Fonte: www.homempresbiteriano.blogspot.com 

19 de Junho de 1834, Nascia Charles Spurgeon

Artigo de Carlos António da Rocha

19 de junho de 1834 • Nasce Charles Haddon Spurgeon, o Príncipe dos Pregadores

Há homens de quem se diria que nasceram e morreram! Doutros que viveram! Doutros que viveram em abundância! Destes foi Spurgeon, Charles Haddon!

Charles Haddon Spurgeon, comummente referido como C. H. Spurgeon foi um ministro batista influente na Inglaterra. Spurgeon nasceu em Kelvedon, Essex, em 19 de junho de 1834, e participou da tradição não-conformista desde a sua mais tenra infância. O seu avô, James, e o seu pai, John, foram ministros de congregações independentes. Passou os anos da meninice no lar do seu avô, tendo frequentado as escolas de Colchester e de Newmarket.

Ainda que tivesse sido criado como independente, converteu-se em 6 de janeiro de 1850, aos quinze anos de idade, numa primitiva capela metodista, foi batizado e afiliou-se a uma igreja Batista em maio de 1850. Em 1850, matriculou-se numa escola perto de Cambridge e tornou-se membro ativo duma igreja Baptista. Com dezasseis anos de idade, pregou o seu primeiro sermão numa casa de campo em Teversham, perto de Cambridge. Em 1851 já estava pregando regularmente numa congregação Batista em Waterbeach, uma aldeia perto de Cambridge.

Em abril de 1854, aceitou um convite da capela Batista situada na Rua New Park, em Londres, iniciando um frutuoso ministério que durou trinta e oito anos. De início, recebeu alguma publicidade desfavorável, por causa da sua falta de escolaridade formal e das suas origens rurais. Porém, a congregação começou a crescer, e logo ele estava pregando em Exeter Hall enquanto o edifício da igreja era aumentado. Depois, alguns membros da igreja alugaram o Auditório Musical de Surrey Gardens, e, com vinte e dois anos de idade, Spurgeon era, talvez, o pregador mais popular e famoso dos seus dias.

Em 1861, foi edificado o Tabernáculo Metropolitano nas Ruas Elephant e Castle, uma igreja com assentos para seis mil pessoas. O prédio já tinha sido totalmente pago quando a congregação ocupou o local, e Spurgeon ministrou ali ininterruptamente até à sua morte. O tabernáculo tornou-se um centro para a vida religiosa da área e abrigava um seminário para pastores e uma sociedade de colportagem que enfatizava a distribuição de literatura religiosa. A congregação crescia anualmente, e calcula-se que catorze mil novos membros tenham sido acrescentados durante o ministério de Spurgeon.

Spurgeon casou-se com Susannah Thompson em 1856, e tiveram dois filhos, Charles e Thomas. Na política, Spurgeon era um liberal, e apoiava o Partido Liberal-Unionista que se opunha a um governo independente para a Irlanda. Rejeitou o título de "reverendo" por questões de princípios e recusou-se a ser ordenado. Tinha uma vida abastada, mas era generoso com os necessitados e foi responsável pela fundação de um orfanato em 1867. Morreu em Menton, na França, em 31 de janeiro de 1892, depois de uma enfermidade prolongada.

Spurgeon foi produto da sua criação calvinista, e o Tabernáculo Metropolitano era o centro da atividade não-conformista durante as décadas de 1870 e 1880. Orgulhava-se do facto da sua teologia calvinista não ter mudado durante os seus anos de ministério, e dizia que suas raízes remontavam até Paulo, Agostinho, Calvino e João Knox. Um dos seus muitos biógrafos descreveu-o como um herdeiro dos puritanos.

Foi envolvido em controvérsias doutrinárias em pelo menos duas ocasiões. Em 1864 pregou um sermão contra o batismo das crianças, e ofendeu um grande grupo de evangélicos que antes o apoiavam. Travou-se uma guerra de panfletos e, em seguida, Spurgeon retirou-se da Aliança Evangélica, um grupo apoiado pelo partido do baixo conceito da igreja, na Igreja Anglicana. Em 26 de outubro de 1887, retirou-se da Convenção Baptista, apontando aquilo que considerava aberrações doutrinárias. Estava especialmente preocupado com os desenvolvimentos na crítica bíblica moderna, e com a falta de ênfase na divindade de Cristo. Essa controvérsia do declínio, como era chamada, ocorreu perto do fim do seu ministério e levou-o a escrever muitos panfletos, um dilúvio de artigos de notícia, e à redação de uma infinidade de cartas.

Um escritor prolífico, Spurgeon publicou aproximadamente 2241 dos seus sermões durante a sua vida, e, ao todo, foram publicados 3800. A partir de 1865, editou uma revista mensal chamada ‘The Sword and the Trowel’ ("A Espada e a Pá"). A sua ênfase primária sempre se focalizou na evangelização. Ainda que fosse criticado frequentemente por não ter recebido treinamento formal numa faculdade, os seus sermões revelavam que ele era um leitor inveterado, e a sua biblioteca pessoal continha mais de dez mil volumes.

Bibliografia :
A. R. Mereciith, "The Social and Politicai Views of Charles Haddon Spurgeon" (Diss., Michigan State University);
C. H,Spurgeon'sAutobiography, 4vols;
G. H. Pike, The Life and Work of Charles Haddon Spurgeon, 6 vols.;
W. Smith, The Best of C. H. Spurgeon, 9-19.
Várias enciclopédias e artigos de internet.

FONTE

sábado, 18 de junho de 2011

Pregação Bíblica


O desenvolvimento e a entrega de sermões expositivos
(4)

Pregação Bíblica é um excelente livro, linguagem fácil, clareza e objetividade. O autor apresenta as ferramentas para preparar o sermão. São instruções valiosas, bem trabalhadas e, com certeza o estudante que fizer bom uso das lições apresentadas levará mais a sério o " sermão " e não deixará de preparar o sermão com cuidado, oração e temor.

O objetivo do livro é o " Sermão Expositivo ", sendo assim é apresentado os argumentos para sua utilização.
Confesso que cada vez que leio um livro que trata do assunto, mais me convenço de que o " Sermão Expositivo " é a melhor e mais segura forma de pregar a Palavra de Deus. Requer um pouco mais de estudo, atenção e dedicação, porém, o ministro, que, de fato tem a chamada para o ministério não verá nisso sacrificio, e sim a oportunidade de se aprofundar mais na verdade de Deus, e no enriquecimento da comunidade ao qual pastoreia.

Em uma época onde o texto bíblico tem sido usado mais como pretexto, pois, são muitissimos os casos de pregações em que o pregador, após a leitura, toma um caminho que não é o  caminho proposto pela própria Bíblia, perdendo-se, distanciando-se do verdadeiro ensino do texto. Nesses casos cumpre-se  o famoso ditado " Leu o texto, saiu do texto e nunca mais voltou pro texto ". 

Pregação Bíblica nos ajuda a corrigir erros, equivocos, e nos orienta a observar passos que devem ser seguidos pelo pregador , no objetivo de transmitir com clareza e fidelidade a Palavra de Deus.

Todo aquele que deseja conhecer melhor o assunto recomendo a leitura deste maravilhoso livro.

Pregação Bíblica: o desenvolvimento e  a entrega de sermões expositivos; tradução Hope Gordon Silva.- São Paulo: Shedd Publicações,2002.  272 pg.; 140x210cm.

Haddon W. Robinson,Haddon W. Robinson, Ph.D.
Senior Director of the Doctor of Ministry Program, 1991 Diretor Sênior do Programa Médico do Ministério, 1991
Th.M. Th.M. (Dallas Theological Seminary); MA (Southern Methodist University); Ph.D. (Seminário Teológico de Dallas), MA (Southern Methodist University); Ph.D. (University of Illinois) (University of Illinois)


Robinho posa com cantora gospel em aniversário

Atleta está aproveitando as férias no Brasil.
Robinho está curtindo as férias do futebol europeu no Brasil. O jogador do Milan e da Seleção Brasileira de futebol marcou presença em uma festa de aniversário de alguns amigos e encontrou com a cantora gospel Ana Paula Valadão.
O atleta fez questão de posar com a cantora para uma foto e se declarou admiradora da cantora de Diante do Trono. Robinho ficou surpreso ao descobrir que Ana Paula é uma grande fã de seu futebol.

Notícias Cristãs com informações de O Fuxico

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Eucaristia e Reforma Protestante

Enquanto comiam, tomou Jesus um pão, e, abençoando-o, o partiu, e o deu aos discípulos, dizendo: Tomai, comei; isto é o meu corpo. A seguir, tomou um cálice e, tendo dado graças, o deu aos discípulos, dizendo: Bebei dele todos; porque isto é o meu sangue, o sangue da nova aliança, derramado em favor de muitos, para remissão de pecados. E digo-vos que, desta hora em diante, não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei de beber, novo, convosco no reino de meu Pai. E, tendo cantado um hino, saíram para o monte das Oliveiras. (Mateus 26.26-30).
No dia 31 de outubro, a Reforma comemora a sua deflagração contra os abusos de Roma. Todavia, quando lemos os artigos que falam sobre este momento singular da história, geralmente, temos a impressão de que a Reforma foi um movimento onde houve uma unanimidade em todos os seus particulares, mas a realidade é outra bem distinta da que pensamos, existiu grandes divergências entre eles. Este breve artigo visa abordar, de forma resumida, uma delas: a Eucaristia ou Santa Ceia.
A Santa Ceia sempre foi considerada como o vínculo de paz e unidade entre os crentes, todavia, foi motivo de discórdias dentro da chamada Reforma Protestante. É notório que o problema da Santa Ceia está vinculado as concepções cristológicas sustentadas pelos reformadores, e assim, a Eucaristia tem como pando de fundo a questão da presença ou não de Cristo nos elementos.
Antes da Reforma ocorrer, a doutrina da Eucaristia era diferente da que nós temos hoje. A primeira realidade é que na “igreja primitiva, a celebração da Ceia do Senhor era o ponto central da adoração cristã”. (GEORGE, Timothy, 1993, p.145). Curiosamente o sacramento da Santa Ceia foi corrompido pala concepção da Transubstanciação (a substância se transforma). Tal doutrina passou a ser doutrina oficial na Igreja de Roma no quarto Concílio de Laterano em 1215 (BERKHOF, Louis, 1989, p.226.). Mas, essa idéia é bem anterior conforme podemos ver, pois, “em 818 d.C um teólogo medieval chamado Pascácio Radbert formalmente propôs a doutrina de que os elementos, pelo poder divino, literalmente se transformam no mesmo corpo que nasceu de Maria” (BERKHOF, Louis, 1989, p.226).
No período da Idade das Trevas – ou Idade Média – a Santa Ceia passou a ser vista como algo miraculoso que protegia o viajante da doença, preservava os marinhos da fúria do mar, dava ainda a provisão na lavoura; chegava-se ao absurdo de dizer que a Ceia dava uma boa esposa ao solteiro (TAPPERT, Theodore G., 1961, p.41).

Os Reformadores e a Eucaristia

Diante disso, a Reforma se colocou contra estas concepções sobre o sacramento da Santa Ceia. Lutero tinha uma visão muito individual quanto a este sacramento ele “criticou a negação do cálice aos leigos” (SIERPIESKI, Paulo, sem data, p.8.) Ele expressou dúvidas e criticou a doutrina da Transubstanciação. Lutero rejeitou a concepção de que os sacramentos fossem obras meritórias, e ensinou que eles eram dons da graça de Deus à sua Igreja e devem ser recebidos com fé. (LUTERO, Martinho, 2006, p.50).
O problema se manifestou quando Zwínglio tomou ciência de que Lutero estava ensinando que o corpo de Cristo estava literalmente presente na eucaristia, enquanto o reformador Zwínglio ensinava que o pão e o vinho, da Santa Comunhão, eram apenas memoriais da morte de Cristo, e assim, o estopim estava ativado. Lutero escreve uma carta a um amigo dizendo que a interpretação do reformador Zwínglio estava equivocada (STROHL, Henri, 1989, p.144); o reformador alemão tinha a seu favor um tese de um padre que defendia a consubstanciação que nunca foi negada oficialmente pela Igreja Romana (STROHL, Henri, Ibid, p.225), isso ainda alimentou a concepção de que Lutero estivesse certo.
Houve uma guerra de escritos sendo trocados entre ambos, pois, discordavam energicamente quanto a este assunto; os livros de ambos chegaram a ser vendidos lado a lado pelos jornaleiros da época. Lutero não estava disposto a dizer que a Eucaristia era um mero “símbolo das realidades espirituais” (GONZALEZ, Justo L., 1983, p.71). A grande arma de Lutero era as palavras da Instituição de Cristo “isto é o meu corpo”, não “indica a transubstanciação, mas aponta para o fato de que Cristo está literalmente sobre o pão, ao lado do vinho e sob ambos os elementos” (Idem).

Uma Solução Proposta: Uma Divisão Permanente

Diante de tamanha guerra decidiu-se fazer um debate entre os grupos – luteranos e zwinglianos – para se resolver o dilema. Filipe de Hesse propôs que o debate fosse realizado em seu Castelo em Marburgo no ano de 1529. Lutero estava acompanhado de seu ilustre amigo Melanchton e com outros colegas. E Zwínglio estava acompanhado de Ecolampádio, Bucer que era os líderes principais dos Zwínglianos. O fato curioso neste debate é que dos quinze pontos discutidos entre Lutero e Zwínglio quatorze deles ambos estavam de acordo, mas na questão da Eucaristia ambos discordavam.
O reformador Zwínglio chegou a clamar com lágrimas que desejava concordar com os luteranos (GEORGE, Timothy, Op.Cit, p.150). Travou-se uma guerra exegética. Zwínglio diz que Lutero defende uma doutrina que não pode ser comprovada pelas Escrituras, e não tem a menor coragem de citar uma única passagem. Lutero estava com uma lousa coberta com um pano, e após, a declaração de seu opositor, removeu o pano, e no quadro estava escrito “Este é o meu corpo!”, então, Lutero dirigiu-se a Zwínglio dizendo: “Aqui está a nossa passagem das Escrituras. Você ainda não a tirou de nós” (Idem). Lutero rejeitou as figuras de linguagem usadas por Zwínglio para mostrar que ali estava empregada uma linguagem não literal (KLEIN, Carlos Jeremias, 2006, p.77-82). Mas isso foi em vão. Ambos os grupos ficaram divididos definitivamente.

O Exegeta da Reforma: Uma Visão Conciliadora

Na discussão entre Lutero e Zwínglio havia um homem que pensou profundamente sobre essa questão da Eucaristia. Ele nos ofereceu um esclarecimento bíblico e teológico sobre a Ceia do Senhor e a presença de Cristo na mesma. O nome deste reformador é João Calvino considerado o maior exegeta da Reforma Protestante. Para Calvino a Eucaristia era mais que uma simples “cerimônia de comemoração do Sacrifício de Cristo: era um evento de comunhão com o próprio Cristo” (CALVINO, João, 1999, Livro 4, Cap.14, parag.1,9). Embora ele aceitasse algumas afirmações de Zwínglio, afirmava que Cristo estava presente no Sacramento da Ceia mediante a ação do Espírito Santo, e assim, de fato, o Sacramento poderia ser chamado de Meio de Graça onde os eleitos recebem o que a eles é destinado no sacramento, enquanto que os falsos crentes recebem juízo de Deus; logo, a concepção calvinista sobre a Ceia é que Cristo está real, porém, espiritualmente nos elementos.
Esta concepção de Calvino é a posição das Igrejas Presbiterianas e Reformadas conforme expressa seus símbolos de Fé (Confissão de Fé de Westminster: Cp.27, Seç. 3; Cp.29, Seç. 1,5,7; veja-se também o Catecismo Maior de Westminster nas perguntas: 162, 168,170). O que aprendemos deste assunto? Aprendemos que Reforma foi um movimento onde havia de fato uma reflexão teológica. Aprendemos que os reformadores tiveram que lidar com questões que mereciam ser esclarecidas; mas também aprendemos que aquilo que deveria unir a fé tornou-se uma divisão entre eles. De sorte que mundo está dividido assim: os romanos com a Transubstanciação; os luteranos com a Consubstanciação; os Zwínglianos com a concepção Memorial e os calvinistas com a noção da Presença Real de Cristo nos sacramentos de forma Espiritual. Isso deveria nos entristecer? Não. Isto deveria nos estimular a orarmos para que a Igreja de Cristo mostre sua unidade nestas questões singulares.

Extraído do site: http://www.eleitosdedeus.org

Ricardo Gondim o novo falso profeta no meio evangélico, sem estrutura alguma, faz um mestrado em ciências da religião na Universidade Metodista e transforma-se de evangélico conservador em protestante liberal e do time de novos falsos profetas!


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segunda-feira, 13 de junho de 2011

Moção de Repúdio ao PL 122/2006 do MEP - Movimento Evangélico Progressista

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Homeopatia pode curar homossexualidade, dizem médicos cristãos.

Homeopatia pode curar homossexualidade, dizem médicos cristãos

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