segunda-feira, 18 de junho de 2012

A fé jovem de um homem velho

Por Thiago Ibrahim (@thiagoibrahim)


Numa tarde de domingo vou fazer uma visita ao senhor Israel, já de idade, sem muita vitalidade, mas com uma lucidez invejável. Um senhor de mais de 80 anos, já cansado pela vida, mas com um sorriso no rosto e uma alegria inexplicáveis. Dessa visita tirei algumas lições de vida, que compartilho aqui no blog com você querido leitor.
Amigo do meu falecido avô, desde que o conheço o senhor Israel professa uma fé que hoje consigo entender muito bem. Ele é um cristão na melhor definição da palavra. Uma vida devotada à igreja, vivendo o Reino e fazendo de sua fé em Jesus Cristo a única coisa que o sustenta, sua razão de viver. É assim que descreveria a fé desse senhor.
E hoje à tarde, em apenas 1 hora conversando com ele, pude perceber o que é chegar ao fim da vida tendo sua fé em Cristo firme como uma rocha. Conversamos, rimos e fizemos algo que ele gosta muito: cantamos. Sim, cantamos aquelas músicas sempre atuais dos velhos hinários cristãos, cheios de composições permeadas por experiências pessoais vividas com um Deus que se revela por meio da Bíblia. Me impressionei com a forma empolgada com a qual o senhor Israel cantava as canções que falavam da volta de Cristo. Cantava como se ela fosse acontecer a daqui a 2 horas. Só mesmo uma fé firmada na rocha pode fazer um homem ter tanta convicção.
Não foi a primeira vez que parei um tempinho pra cantar com ele, mas dessa vez foi diferente, refleti sobre vida cristã como nunca antes. E, em minhas reflexões, perguntei a mim mesmo se conseguiria chegar a essa idade, já no fim da vida, mantendo uma fé tão vital, um amor tão grande por Cristo e sua obra redentora na cruz.
Peço a Deus para que a minha fé seja sempre jovem e que eu nunca perca o brilho no olhar, tendo a certeza de que ela, a fé, foi o maior presente que recebi em toda a minha vida. Que Deus permita que todos os dias voltemos ao primeiro amor, aquele que é visto nos olhos cansados do senhor Israel quando canta os antigos hinos que marcaram sua trajetória na vida cristã.

sexta-feira, 15 de junho de 2012


Breve Catecismo de Westminster

PERGUNTA 1. Qual é o fim principal do homem?
RESPOSTA. O fim principal do homem é glorificar a Deus, e gozá-lo para sempre.
Referências: Rm 11.36; 1Co 10.31; Sl 73.25-26; Is 43.7; Rm 14.7-8; Ef 1.5-6; Is 60.21; 61.3.

PERGUNTA 2. Que regra deu Deus para nos dirigir na maneira de o glorificar e gozar?
R. A Palavra de Deus, que se acha nas Escrituras do Velho e do Novo Testamentos, é a única regra para nos dirigir na maneira de o glorificar e gozar.
Ref. Lc 24.27, 44; 2Pe 3.2, 15-16; 2Tm 3.15-17; Lc 16.29-31; Gl 1.8-9; Jo 15.10-11; Is 8.20; Hb 1:1 comparado com Lc 1.1-4 e Jo 20.30-31.

PERGUNTA 3. Qual é a coisa principal que as Escrituras nos ensinam?
R. A coisa principal que as Escrituras nos ensinam é o que o homem deve crer acerca de Deus, o dever que Deus requer do homem.
Ref. Jo 5.39; 20.31; Sl 119.105; Rm 15.4; 1Co 10.11.

PERGUNTA 4. Quem é Deus?
R. Deus é espírito, infinito, eterno e imutável em seu ser, sabedoria, poder, santidade, justiça, bondade e verdade.
Ref. Jo 4.24; Ex 3.14; Sl 145.3; 90.2; Tg 1.17; Rm 11.33; Gn 17.1, Ap 4.8; Ex 34.6-7.

PERGUNTA 5. Há mais de um Deus?
R. Há só um Deus, o Deus vivo e verdadeiro.
Ref. Dt 6.4; 1Co 8.4; Jr 10.10; Jo 17.3.

Quais as funções da ética reformada? Com a palavra, André Biéler

A ética reformada [...] possui três funções. A primeira e mais importante é a espiritual. A Lei divina deve ajudar cada individuo a descobrir que, sendo sua presente natureza desnaturada com referência a sua identidade primeira, ele está muito longe de conduzir-se naturalmente, na conformidade da vontade de Deus. Ele deve, por conseguinte, arrepender-se, pedir perdão, e converter-se para beneficiar-se da vida nova a qual Cristo o convida, na sua comunhão.

A ética tem, em seguida, uma função moral propriamente dita. A Lei de divina relembra incessantemente ao crente convertido, sempre propenso a esquecê-la, essa vontade de Deus que ele é convida a amar, tendo-a aceito como um dom consecutivo ao perdão, uma graça. Ele se torna obediente por reconhecimento e não mais por obrigação.

Enfim, ela tem uma função política. Graças à Lei de Deus, todos os cidadãos e magistrados sabem segundo quais critérios morais podem e devem elaborar as leis e conformar sua conduta na sociedade para obter ordem social, econômica e política viável e duradoura.

BIÉLER, André. In: A Força Oculta dos Protestantes. Traduzido por Paulo Manoel Protasio.  São Paulo, SP: Editora Cultura Cristã, 1999. Capítulo II: Os combates pela democracia, pp. 75.

SOBRE O AUTOR: André Biéler, suíço, pastor e doutor em Ciências Econômicas.
Rodrigo Ribeiro
@rodrigolgd
Facebook:  http://www.facebook.com/rodrigo.ribeiro.14811

Polícia do Laos prende pastor, por difundir a fé cristã


Um pastor de 53 anos continua atrás das grades, após ser preso pela polícia do Laos, na última quarta-feira (6) sob a acusação de forçar a conversão das pessoas ao cristianismo, disse um porta-voz da ONG de Assistência aos Direitos Humanos e Liberdade Religiosa no Laos - Human Rights Watch for Lao Religious Freedom (HRWLRF).
A prisão de Asa, identificado apenas por este nome, ocorreu por volta das quatro horas, em sua casa na aldeia Peeyeur , na província Luang Namtha, de acordo com HRWLRF. A polícia então conduziu Asa para a prisão provincial Namtha Luang, cerca de 50 Km de sua aldeia, longe o bastante para impedir visitas de familiares ou amigos, devido ao limitado acesso ao transporte rodoviário.
Se o procedimento legal fosse seguido, disse a HRWLRF, a polícia teria mantido Asa na prisão por três dias, enquanto investigava as acusações contra ele.
Na quinta-feira (7), Khamla, um proeminente líder cristão na província, reuniu-se com a polícia e descobriu que Asa havia sido acusado de converter pessoas a Cristo.
Há, dois anos atrás, a polícia havia forçado Asa a assinar documentos, concordando que ele pararia de proclamar a Cristo e, de induzir as pessoas a aceitá-lo. Este ano, porém, muitas pessoas da aldeia Peeyeur, e os moradores vizinhos, tocados pela vida e testemunho de Asa, aceitaram a Cristo.
Os líderes da Igreja dizem que as autoridades locais têm a intenção de eliminar o cristianismo de Luang Namtha, num esforço para proteger a região como patrimônio mundial. Eles usam a prisão de seis cristãos tailandeses, pegos pregando na província, em 24 de março, como exemplo; os seis foram liberados no início de junho, após várias semanas de detenção.
As autoridades de Luang Prabang, uma província vizinha, convocaram dois líderes cristãos e cerca de 80 cristãos da aldeia Hueysell, em janeiro, e ordenou-lhes que abandonassem sua fé ou seriam expulsos de suas casas. Até o momento as autoridades não colocaram as ameaças em prática.
A Constituição do Laos e outros regulamentos, como um decreto de 2002 sobre prática religiosa (conhecido como Decreto 92), teoricamente, protegem a liberdade de crença e de culto para todas as religiões, mas funcionários de aldeias, distritos e províncias, muitas vezes desrespeitam essas leis e mesmo assim ficam impunes.


Fonte: Missão Portas Abertas
 
 

quinta-feira, 14 de junho de 2012

DEUS, NOSSO REFÚGIO...

"Tu tens sido o meu refúgio, uma torre forte contra o inimigo."
(Salmo 61:3)

Se você já se perdeu do caminho e foi parar numa estrada deserta, no meio da madrugada, sem placas de informação ou postos de gasolina, você sabe bem o que é ansiar por um refúgio, um abrigo. A ansiedade consome as energias, e a tensão torna a situação mais difícil. Tudo o que se deseja é encontrar um lugar onde seja possível recuperar o fôlego, descansar um pouco e planejar o próximo passo.

Se há pressa por causa de um parente enfermo, se há risco de assalto por causa do local ermo, se o carro pode quebrar ou ficar sem combustível a qualquer momento, a preocupação aumenta ainda mais.

A Bíblia nos estimula a pensar em Deus como um refúgio seguro. Sua tenda é lugar de descanso e abrigo para aqueles que o conhecem e buscam. Em sua presença, renovamos a tranquilidade, a esperança e a força para seguir a jornada. Com o seu divino auxílio, recebemos o suporte necessário para prosseguir enfrentando as dificuldades e os inimigos que surgirem – quer sejam eles representados por provações, lutas ou tentações, quer se constituam em pessoas, situações, memórias ou perspectivas.

Devemos pensar em Deus como nosso refúgio seguro. E prossiguir na caminhada com serenidade e fé.

 
 
Via: lpc.org.br

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Evento do Dia das Mães no Sítio Serrote Onde Sirvo Como Missionário com o Apoio das professoras Patricia Silvestre e Manoelly Jéssica

Por que há tantos pastores ruins?

 

Por Walter McAlister
De uns tempos para cá tenho visto, com uma incredulidade cada vez maior, um fenômeno que me força a fazer esta reflexão. Minha incredulidade se resume a isto: será que há tantos pastores ruins e tão poucos bons pastores neste nosso Brasil, meu Deus?!
Pergunto isso (primeiro a mim mesmo e, em segundo lugar, de modo mais temático) porque na blogsfera-internet-facebook-twitter-cultura (neologismo meu, confesso) o consenso parece ser o de uma condenação generalizada da categoria. Anteontem foi o Dia do Pastor. Mas, será que resta o que celebrar? Pelo que leio por aqui, poderíamos muito bem chamar a data de O Dia do Farsante.
O clero anda em baixíssimo conceito com os internautas. Será que é o caso entre os que não navegam pelos fios óticos e wi-fis deste mundo virtual? Não sei. Sinceramente, não sei. Mas, já que estou aqui na blogsfera, lá vai a minha reflexão para quem compartilha do universo virtual.
Primeiro, quero afirmar que conheço muitos pastores. Muitos dos que conheço são bons pastores. São pessoas movidas por um desejo de servir a Deus (pelo menos é como eles começaram). Há um desnível de preparo e oportunidade entre eles, claro. Mas há uma motivação inicial que me parece uma regra. Cada um se sentiu chamado por Deus para servi-lo e, consequentemente, alimentar as suas ovelhas.
Há maus pastores, confesso. Creio que nem todos têm um pastor em quem podem confiar, a quem recorrer ou de quem sequer têm orgulho de ter como o seu pastor. E, sabendo desse fato, creio ser importante pontuar algumas razões para isso.
Há muitos pastores no Brasil, hoje, que não foram bem preparados para o ministério. Alguns foram criados em situações que sequer exigia um ensino ou treinamento (teológico, bíblico ou ministerial). Bastava “levar jeito” pra esse “negócio” e logo foram promovidos para ocupar lugares para os quais não têm a menor noção do que se trata. Sem preparo teológico, bíblico ou ético, acabaram lançando mão de qualquer maluquice que parece “dar certo”. Fizeram correntes de toda sorte. Suas mensagens não passam de capítulos de livros que leram ou que estão na moda, como: prosperidade, guerra espiritual, conquista de cidades ou coisa parecida.
Vivem de campanha em campanha e querem criar uma “grande obra” para a glória de Deus. Essa “grande obra” (geralmente um prédio ou um programa de TV, rádio ou algo parecido) não passa de uma fonte de enorme despesa que vai sacrificar o povo, que é visto como fonte de muito lucro. Para tanto, precisam de cada vez mais povo. E para que tenham isso, vão ter que lançar mão de mensagens e promessas que atraem esse povo (se chamarem um dos cantores “gospel” ou o coral das crianças for posto para cantar, também funciona).
O balcão de ofertas abre, a birosca fica aberta e o povo vem. Com as músicas da hora, os jovens berram ao microfone, de olhos fechados (claro, porque precisam demonstrar que estão no enlevo), e todos assistem atônitos às versões locais e genéricas dos superastros da música gospel. É quase cómico, se não fosse tão trágico.
Por sua vez o pastor tem que assumir ares de “Grande Servo do Senhor”, chegando a ter que se autodenominar “Apóstolo”, “Profeta”, e só falta alguém se declarar o “Quarto Membro da Santíssima Trindade”. É uma igreja em agonia. Seus gritos e gemidos (que muitos acham serem sinais de “poder”) só denunciam a falta de vida real íntima com Deus, e conhecimento profundo das Escrituras (que é a obrigação de qualquer um que se propõe a ser um obreiro aprovado).
Por outro lado (e agora me remeto ao extremo oposto), há homens extremamente bem preparados nas Sagradas Letras. Mas sua vida ministerial é sujeita a um regime massacrante de comitês, relatórios e avaliações. Se lançaram no serviço do Senhor, mas se acham hoje como serviçais de leigos que nunca deveriam ter o poder sobre eles que têm.
Compaixão é uma das vítimas dessas estruturas. O pastor teme pelo bem-estar da sua família: sua esposa, que é duramente cobrada pelas irmãs da igreja; seus filhos, que são maltratados na escola por serem os filhos do pastor, mas que são cobrados pelos seus pais na igreja (pois, se pisarem fora da linha, o comitê talvez não renove o contrato e aí fazer o quê? Vai botar comida na mesa como?) Mesmo empregados, os pastores são mal, mas muito mal remunerados – pois, afinal, existem tantos “marajás” no ministério, mas “aqui não!”. Entre os oportunistas marajás e os bons servos que são reduzidos ao medo e mendicância para poderem pastorear, não me admiro que haja tão poucos bons pastores. Os poucos que vencem o sistema são os vitoriosos e poderosos, que acabam sentando em comitês denominacionais, envergando um poder político além da sua igreja local, e que acaba redundando num prestígio cada vez maior, para assegurar a sua longevidade no púlpito local. É a morte.
Os sistemas, as estruturas e as políticas eclesiásticas não permitem que haja bons pastores. Não comportam líderes de verdade. Os maus se dão bem em sistemas que não exigem política. Com o seu talento de convencimento, o povo vem, sofre, mas apanha por achar que tem que ser assim. Enquanto há bons pastores que são esmagados por sistemas vítimas da nefasta politicagem eclesiástica.
O povo dessas igrejas fica sem pastor, que de fato está na mão de leigos. Ou o povo fica nas mãos de lobos e anticristos que, com charme, lábia e encenações de “unção” lideram para o seu próprio enriquecimento. E os bons pastores ficam sem púlpito e seus filhos abandonam a igreja (pois viram como ela esmagou os seus pais), deixando pai e mãe de coração partido, pois o eles que mais queriam era ver seu filhos seguindo nos caminhos de Deus.
O coração dói. Os anjos choram. O Corpo de Cristo sangra. Pastores fogem do ministério e vendem seguros ou recorrem a uma capelania. E a blogosfera registra o fel dos que queriam algo mais. Queriam líderes que manifestassem devocionalidade sem afetação, liderança sem abuso, compaixão sem politicagem, ensino das Escrituras sem modismos. E os pastores queriam apenas um lugar onde pudessem alimentar as ovelhas, pois, como Pedro, confessam o seu amor pelo Mestre.
Conheço bons homens assim. Tenho o privilégio de liderar muitos deles. Vejo o povo que pastoreiam feliz, com prazer em se reunir para louvar a Deus, e alimentados pela Bíblia. Mas o coração pesa. Ouço o choro de muitos, o lamento dos desigrejados (os que fugiram para não morrer) e já vi pastores de joelhos aos prantos pelos filhos perdidos no mundo. Não bastasse o dano, vejo que ainda muitos lobos patrulham a blogosfera e os escombros da Igreja de Cristo, tentando abocanhar os que vivem desgarrados do rebanho, com palavras suaves e antigas heresias requentadas e vendidas como algo novo e relevante. Se tão somente tivessem um bom pastor, que desse a sua vida pelo rebanho! Se tão somente os bons pastores achassem um lugar para servir com pureza de coração!
Ah, Senhor da seara, vivifica a Tua Igreja – Noiva do Cordeiro e Corpo de Cristo – “a plenitude daquele que enche todas as coisas, em toda e qualquer circunstância” (Ef 1.23). Tem misericórdia de nós e vivifica-nos, Pai.
Na paz,
+W
 
 
Extraído de www.ministeriobbereia.blogspot.com

Banda Sal da Terra viajará para São Paulo neste final de semana


ALÔ QUERIDOS(AS) DO ABC E REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO
ESTAREMOS AÍ NESTE FINAL DE SEMANA, PARTICIPANDO DA DÉCIMA SEGUNDA EDIÇÃO DA CONFERÊNCIA MISSIONÁRIA
DA IGREJA ASSEMBLÉIA DE DEUS MISSÃO VIDA

VAMOS LÁ?

O endereço é:
Rua Osvaldo Cruz, 106/108 Jordanópolis
São Bernardo do Campo - SP
Próximo ao Habib’s Anchietae Av.Piraporinha
Maiores informações WWW.vivamissoes.com.br
Igreja Assembleia de Deus Missão Vida
(11) 4361-4030

terça-feira, 12 de junho de 2012

BENNY HINN: EXEMPLO LEGÍTIMO DE UM FALSO PROFETA!!

O Pastor Ciro Sanches Zibordi fez diversos questionamentos em um artigo a respeito de Benny Hinn e sua “Nova Unção”. Nesse artigo, Zibordi confronta as teses que Benny Hinn sustenta a respeito do “cair no espírito”, “nova unção” e “unção do riso”.
Em seu artigo, Zibordi chama Benny Hinn de “showman” e falso profeta. O Pastor relata diversas passagens bíblicas que segundo ele, tornam as teses de Benny Hinn teologicamente inúteis, e lista diversas circunstâncias em que o famoso conferencista havia caído em contradição com a Bíblia ou dito blasfêmias. Em certo trecho do artigo, Zibordi dispara: “Ele ensina que o homem é um pequeno deus. E afirma que é ‘um pequeno messias’ caminhando sobre a Terra”.
Zibordi cita ao longo do artigo diversas situações em que Benny Hinn se envolveu em polêmicas, como por exemplo a resposta dada a um programa de rádio que o criticava. Na ocasião, muito contrariado, Hinn se dirigiu aos críticos afirmando: “agora eu estou apontando meu dedo para vocês com o tremendo poder de Deus sobre mim. Ouçam isto! Existem homens e mulheres no sul da Califórnia me atacando. É sob a unção que lhes falo agora. Vocês colherão o que estão semeando em suas próprias crianças se não pararem… E seus filhos e filhas sofrerão”. O Pastor Zibordi comenta esse episódio classificando os termos usados por Benny Hinn como funestos e o chama de herege.
Benny Hinn constantemente atrai atenção por suas teses e declarações polêmicas. O conferencista norte-americano costuma vender milhares de livros e atrair multidões a seus eventos.

Louvor no culto: Três perguntas básicas

"Dos elementos do culto, o louvor recebe especial destaque. É como se a Bíblia ordenasse "cantai sem cessar" e "cante quer seja oportuno, quer não". Infelizmente, o problema não é apenas de quantidade, nem só de ênfase, mas principalmente de qualidade. Embora muitos discordem de que os louvores cantados na igreja sofram de uma pobreza espartana, isto se dá porque não pensaram o bastante sob qual prisma os louvores devem ser avaliados. Este texto é um convite à reflexão, a partir de três perguntas básicas.
1. A quem o louvor é dirigido? Todos concordam que louvor é adoração, como o são os demais elementos do culto. E sendo adoração, tem Deus como objeto, uma vez que louvar outro ser é idolatria. Assim, todos os cânticos são oferecidos a Deus, mesmo aqueles que visam edificar a igreja, pois diz a Bíblia "instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria, louvando a Deus" (Cl 3:16). Acredito também que todos concordam que sendo oferecido a Deus, o nosso louvor deve ser o melhor que podermos oferecer. Não podemos oferecer animais cegos, doentes ou aleijados ao Senhor, esperando que Ele seja menos exigente que um governador."Quando trazeis animal cego para o sacrificardes, não é isso mal? E, quando trazeis o coxo ou o enfermo, não é isso mal? Ora, apresenta-o ao teu governador; acaso, terá ele agrado em ti e te será favorável? —diz o SENHOR dos Exércitos" (Ml 1:8). Somente o nosso melhor é aceitável.
2. Mas quem define o que é melhor em matéria de louvor? Na antiga dispensação, Deus definia como deveria ser o sacrifício oferecido a Ele. "Quando alguém oferecer sacrifício pacífico ao SENHOR, quer em cumprimento de voto ou como oferta voluntária, do gado ou do rebanho, o animal deve ser sem defeito para ser aceitável; nele, não haverá defeito nenhum" (Lv 22:21). Na Nova aliança, o sacrifício de animais foi substituído pelo perfeito sacrifício de Jesus, porém ainda é ordenado aos crentes "que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional" (Rm 12:1). Como uma oferta a Deus, nosso louvor deve ser "como aroma suave, como sacrifício aceitável e aprazível a Deus"(Fp 4:18). O Senhor nosso Deus é que decide o louvor que Lhe é agradável.
3. Como podemos saber qual é o louvor que agrada a Deus? Deus não nos abandonou à sorte, para descobrirmos por tentativa e erro, que tipo de louvor lhe é agradável. Temos na Sua Palavra, instruções claras e exemplos práticos de como deve ser o cântico que entoamos no culto. Basta-nos salientar neste artigo o seguinte ponto: a quem o louvor que cantamos exalta, a Deus ou ao homem? "Eu sou o SENHOR, este é o meu nome; a minha glória, pois, não a darei a outrem"(Is 42:8) é a reivindicação de Jeová. "Não a nós, SENHOR, não a nós, mas ao teu nome dá glória, por amor da tua misericórdia e da tua fidelidade" (Sl 115:1) deve ser nossa resposta. Acima de qualquer qualidade técnica ou melódica, nosso louvor deve refletir esse princípio.
É possível, triste mas possível, que você acredite que apesar do que a Bíblia diz, você pode cantar louvores que sejam clara ou sutilmente anti-bíblicos. Talvez você pense que seus gostos musicais vem antes da glória de Deus ou quem sabe Deus prefira o seu prazer ao dEle. Se este for o caso, permita-se ouvir o que Deus diz através de Isaías: "Parem de trazer ofertas inúteis! O incenso de vocês é repugnante para mim. Luas novas, sábados e reuniões! Não consigo suportar suas assembléias cheias de iniqüidade. Suas festas da lua nova e suas festas fixas, eu as odeio. Tornaram-se um fardo para mim; não as suporto mais!" (Is 1:13-14, NVI)