sábado, 16 de março de 2013

Sal da Terra - Pedro Peixeira


Bíblia e ciência estão cada vez mais próximas, diz autor


Fonte: NOTÍCIAS CRISTÃS


A ciência, cada vez mais, confirma as verdades da Bíblia. Paul Hutchins, autor do livro “Hubble Reveals Creation” (Hubble revela a criação, em tradução livre), mostrou, recentemente, que muitos dados científicos são precisos e correspondentes ao contexto bíblico. Em entrevista ao PRNewswire, Hutchins diz que durante muito tempo, para cientistas e estudiosos da Bíblia, a primeira parte do versículo dois de Gênesis – “e a terra era sem forma e vazia” – não fez muito sentido. De acordo com o autor, cientistas recolheram dados de um satélite protoplanetário que circula pela constelação... mais »

Dinheiro Rápido e Fácil!


Fonte: UMP da quarta


Não existe ou se ganha dinheiro fácil. Quando a oferta de dinheiro fácil aparece, alguém, em algum lugar, está sendo prejudicado. Os modos lícitos de ganhar dinheiro são trabalho, poupança, heranças, investimentos lícitos, doações etc. (Gen. 1.26; 2. 15; 19; 3. Ef. 4.28; 1Ts. 2.9; Pv. 6.6 - 11; 1Ts 4.11; Pv.; 10.4; Pv. 13.11; Pv. 14.22; 21.5; Deut. 23. 19, 20). Percebo que, geralmente, oferecem-se as vantagens de "se ganhar rápido", "que tem gente que ganhou X mil reais em poucos meses", "fulanos que já compraram bens de consumo - carros importados, apartamentos etc". Atraí-se pe... mais »

sexta-feira, 15 de março de 2013

A contribuição cristã é a graça a nós concedida

Por Rev. Hernandes Dias Lopes 

A contribuição cristã é bíblica. Não precisamos ter constrangimento em tratar do assunto. Infelizmente, muitos líderes religiosos, movidos pela ganância e regidos por uma falsa teologia, exploram o povo em nome de Deus, usando mecanismos nada ortodoxos, para vender seus produtos, criados na fábrica do misticismo, para auferirem lucro em nome da ... Cointinuar em  MINISTÉRIO BERÉIA

quinta-feira, 14 de março de 2013



Dízimo, uma prática bíblica a ser observada
 
Há uma enxurrada de comentários tendenciosos e distorcidos circulando as redes sociais, em nossos dias, atacando a doutrina dos dízimos. Acusam os pastores que ensinam essa doutrina de infiéis e aproveitadores. Acusam as igrejas que recebem os dízimos de explorar o povo. Outros, jeitosamente, tentam descaracterizar o dízimo, afirmando que essa prática não tem amparo no Novo Testamento. Tentam limitar o dízimo apenas ao Velho Testamento, afirmando que ele é da lei e não vigente no tempo da graça.
Não subscrevemos os muitos desvios de igrejas que, laboram em erro, ao criarem mecanismos místicos, sincréticos e inescrupulosos para arrecadar dinheiro, vendendo água fluidificada, rosa ungida, toalha suada e até tijolo espiritual. Essas práticas são pagãs e nada tem a ver com ensino bíblico da mordomia dos bens. O fato, porém, de existir desvio de uns, não significa que devemos afrouxar as mãos, no sentido de ensinar tudo quanto a Bíblia fala sobre dízimos e ofertas. Destaco, aqui, alguns pontos para nossa reflexão.
Em primeiro lugar, a prática do dízimo antecede à lei. Aqueles que se recusam ser dizimistas pelo fato de o dízimo ser apenas da lei estão rotundamente equivocados. O dízimo é um princípio espiritual presente entre o povo de Deus desde os tempos mais remotos. Abraão pagou o dízimo a Malquizedeque (Gn 14.20) e Jacó prometeu pagar o dízimo ao Senhor (Gn 28.22), muito antes da lei ser instituída.
Em segundo lugar, a prática do dízimo foi sancionada na lei. O princípio que governava o povo de Deus antes da lei, foi ratificado na lei. Agora, há um preceito claro e uma ordem específica para se trazer todos os dízimos ao Senhor (Lv 27.32). Não entregar o dízimo é transgredir a lei, e a transgressão da lei constitui-se em pecado (1Jo 3.4).
Em terceiro lugar, a prática do dízimo está presente em toda Bíblia. A fidelidade na mordomia dos bens, a entrega fiel dos dízimos e das ofertas, é um ensino claro em toda a Bíblia. Está presente no Pentateuco, os livros da lei; está presente nos livros históricos (Ne 13.11,12), poéticos (Pv 3.9,10) e proféticos (Ml 3.8-10). Também está explicitamente ratificado nos evangelhos (Mt 23.23) e nas epístolas (Hb 7.8). Quanto ao dízimo não podemos subestimá-lo, sua inobservância é um roubo a Deus. Não podemos subtraí-lo, pois a Escritura é clara em dizer que devemos trazer "todos os dízimos". Não podemos administrá-lo, pois a ordem: "Trazei todos os dízimos à casa do tesouro".
Em quarto lugar, a prática do dízimo é sancionada por Jesus no Novo Testamento. Os fariseus superestimavam o dízimo, fazendo de sua prática, uma espécie de amuleto. Eram rigorosos em sua observância, mas negligenciam os preceitos mais importantes da lei: a justiça, a misericórdia e a fé. Jesus, deixa claro que devemos observar atentamente a prática dessas virtudes cardeais da fé cristã, sem omitir a entrega dos dízimos (Mt 23.23). Ora, aqueles que usam o argumento de que o dízimo é da lei, e por estarmos debaixo da graça, estamos isentos de observá-lo; da mesma forma, estariam também isentos da justiça, da misericórdia e da fé, porque essas virtudes cardeais, também, são da lei. Só o pensar assim, já seria uma tragédia!
Em quinto lugar, a prática do dízimo é um preceito divino que não pode ser alterado ao longo dos séculos. Muitas igrejas querem adotar os princípios estabelecidos pelo apóstolo Paulo no levantamento da coleta para os pobres da Judéia como substituto para o dízimo. Isso é um equívoco. O texto de 2 Coríntios 8 e 9 trata de uma oferta específica, para uma causa específica. Paulo jamais teve o propósito de que essas orientações fossem um substituto para a prática do dízimo. Há igrejas na Europa e na América do Norte que estabelecem uma cota para cada família para cumprir o orçamento da igreja. Então, por serem endinheirados, reduzem essa contribuição a 5% ou 3% do rendimento. Tem a igreja competência para mudar um preceito divino? Mil vezes não! Importa-nos obedecer a Deus do que aos homens. Permaneçamos fiéis às Escrituras. Sejamos fiéis dizimistas!


Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 11 de março de 2013

Igreja Presbiteriana de Monteiro: Uma História de Lutas e Vitórias


17 de Março de 1932 – Inicia a Igreja Presbiteriana como Congregação da Missão Americana
31 de Janeiro de 1965 – É Concluído o Novo Templo e Organizada como Igreja.
Dezembro de 2012 - Ampliação do templo

Graça e Paz!

          Amados irmãos no ano 2006 estive cursando no Instituto Bíblico do Norte (IBN) o Curso de Preparação de Obreiros (CPO) e ali me foi exigido pela professora de missiologia Missª Cristina Tereza do Amaral um relato de uma igreja fruto de visão missionária, não pensei duas vezes para fazer o relato histórico da nossa amada Igreja Presbiteriana do Brasil em Monteiro (IPBM), leia o relato nas linhas abaixo:

          A cidade de Monteiro cravada nos cariris velhos da Paraíba e tinha à época sua população predominantemente católica romana. Seria inteiramente impossível que adeptos de chefes religiosos se sentissem bem com a chegada e implantação de um outro credo religioso destoante do princípio papal. O povo seguia uma religiosidade cega a tal ponto de soar por toda parte o som melodioso do misticismo, sincretismo e idolatria, realidade que demonstrava a necessidade de anunciar-lhes o simples e poderoso evangelho da Cruz. Foi em meio a tantas dificuldades, perseguições do romanismo que deu-se a chegada do missionário Rev. Dr. Jullio Salles na nossa terra, dando assim início a história do presbiterianismo na cidade de Monteiro.

          No dia 17 de Março de 1932 este servo de Deus, aqui se apresentou como médico homeopata, que de fato o era, apesar de poucas pessoas saberem o significado daquele termo na época. Ele alugou um quarto no hotel do Sr. Manoel Joaquim da Silva onde atendia os pacientes com remédios naturais. Uma senhora chamada Belarmina Menezes (Belinha, hoje em saudosa memória) paralítica devido a uma vacina, por conselho do dono do hotel foi consultar-se com o médico Dr. Jullio, ali chegando, o homem de Deus vendo que para medicina da época não havia cura para sua paralisia, receitou-lhe paliativos para suportar os problemas; mas tratou-lhe da alma, apresentando-lhe Cristo através do texto que diz: O Justo viverá da fé” (Rom. 1.17; Gal. 3.11). Naquele dia (17 de Março de 1932) aquela mulher saiu dali convertida e surge em Monteiro a Igreja Presbiteriana. Outros foram sendo agregados a igreja pelo Senhor como: João Amaro, João Alexandrino, D. Filismina, Georgina (Geó), Chateaubriand Azevedo, Odilon Sá, José Gervásio e familiares, Otávia Azevedo e outros irmãos. A congregação funcionava a pleno vapor com a ajuda da Mission Presbiterian Church, que enviava pastores, missionários, evangelistas, seminaristas, para prestarem serviços relevantes a esta nova igreja.

          Dentre os missionários americanos que visitaram o campo missionário dando assistência pastoral, destacaram-se pela sua permanência aqui os reverendos Langdon Handerlite e Dr. Donald Maxwell que vez por outra cortavam o céu azul da nossa cidade no seu teco-teco para resolver qualquer problema quando solicitado. As ondas de perseguições foram se avolumando e o Mons. Vicente Rodas proibiu os católicos de encomendar costuras a D. Belinha, que era ótima costureira, as pessoas da rua pediam suas peças de volta, pois foram proibidos de pisar na calçada daquela serva de Deus, até os comerciantes eram proibidos de vender aos protestantes sob pena de excomunhão para o que não seguisse as ordens do Padre. A irmã Belinha passou por muitas dificuldades e dona Geó que morava na mesma casa dela disse: “Bela, estás vendo o sofrimento? Deixa essa religião” e D. Belinha respondeu: “Cala-te Satanás, pois quem falou não foi tu não, foi ele”, foram lutas terríveis contra a Igreja de Cristo, mas como diz um corinho antigo: “Ninguém detém é obra santa/Não há diabo, carne e mundo para apagar este ardor/ Ninguém detém é obra santa/ Esta obra é do Senhor”. Deus sustentou sua serva Belinha à época, seu cunhado Manoel Joaquim, depois convertido e presbítero da Igreja, levava alimentos às escondidas e jogava dentro da casa dela para não ser visto por ninguém. Outra grande perseguição foi efetuada pelo frade Frei Damião que já havia queimado várias igrejas protestantes na Paraíba, Pernambuco, ceará e Rio Grande do Norte, posteriormente em 1958 queimaria a Igreja Presbiteriana de Patos, ele juntou uma turba e no domingo de ramos quando veio realizar as “santas missões” que nada tinham de santas, com o aglomerado partiu para invadir a casa de D. Belinha perguntando como é que se matava cobra e o populacho respondia que era na cabeça, mas o tenente Chaves enfrentou a situação e impediu a concretização da atrocidade. A nova igreja ainda passaria por outra grande perseguição, desta feita pelo Mons. João Honório de Melo, o mesmo tentou impedir a construção do templo atual ameaçando o Pref. Alexandre da Silva Brito de excomunhão e o mesmo cancelou a licença de construção, quando o Pref. Pedrinho Bezerra assumiu concedeu nova licença de construção e ao ser ameaçado pelo sacerdote papal disse “assinei e está assinado”, se o Sr. acha que tem direito entre na justiça. O Padre entrou na justiça com o advogado João Minervino Dutra alegando que o terreno era da Igreja Católica, perdeu na 1ª entrância e apelou para TJ/PB sofrendo nova derrota sendo proferido o veredicto pelo Juiz Francisco Milanês “é inconcebível tentar usurpar o direito de expressão e culto por meios infundados, nega-se o provimento” e a obra teve continuidade. A Congregação desde seu inicio foi ligada a dois presbitérios o da Borborema e o Centro de Pernambuco, hoje conhecido como Vale do Pajeú. No dia 31 de Janeiro de 1965 foi inaugurado o novo templo quando trabalhava na congregação o Rev. Helon da Rocha Gouveia, neste ínterim a igreja foi organizada eclesiasticamente sendo eleito o primeiro Conselho com o Rev. Helon como pastor efetivo e os presbíteros Enéas Mineiro de Sousa e José Ferreira de Sousa “José Manú” (Ambos de saudosa memória), ainda foram eleitos os diáconos irmãos na fé e de sangue Joaquim e José Gervásio Moreira. Saíram desta igreja os pastores Saul Lafayete, Noé de Paula Ramos, e outros que foge a minha frágil memória.

              Poucos irmãos restam do remanescente das primícias do evangelho aqui, podemos citar: Francisca Leal, Maria José Ferreira de Sousa (esposa de José Manú). Queremos citar alguns irmãos que muito contribuíram com o trabalho desta igreja, foram: Georgina Oliveira (Geó), Pb. Odilon Sá, Pb. Paulino Mariano, Alzira Gervásio, Otávia Azevedo, Guiomar de Paula Ramos, Pb. José Ferreira Mendes “José Emídio”, Pb. Manoel Joaquim da Silva, Pb. José Ferreira de Sousa, Pb. João Mendes Ferreira. Alguns dos pastores que trabalharam nesta igreja foram: Revs. José Martins, José Maria Passos, Cornélio Bezerra Gonzaga, Edson Dantas, Laudemiro Barros, José Maria Araújo, Edjair Silva, Fábio José Bernardo, este último por doze anos e meio com um relevante trabalho desde a evangelização até o inicio da construção do Prédio de Educação Cristã da Igreja local. Hoje a igreja é pastoreada pelo Rev. Altino Firmino da Silva Junior, um jovem pastor que tem realizado um belíssimo trabalho mostrando a igreja sua responsabilidade de viver em paz e promover a paz de Cristo ao mundo em guerra e o Conselho atual formado ainda pelos Presbíteros Veronilton Paz, Antonio Mauricio e Antonio Braz compactua desta mesma visão e desejamos que toda a Igreja erga os olhos e veja que os campos estão prontos para colheita, no ano de 2012 a igreja realizou outro sonho antigo que foi a conclusão do prédio de educação cristã e a ampliação do templo que já não cabia os irmãos; além da implantação da Congregação Presbiteriana de Sumé-PB em Parceria com a Junta de Missões Nacionais. Nossos olhos não devem está postos no passado, mas olharmos para o passado crendo em um agir futuro de Deus começando no presente. Estamos dispostos a continuar a obra dos nossos pais, dos irmãos do passado? Mãos à Obra!

          O Campo é Vasto e precisa de trabalhadores dispostos a segurar o arado e semear a boa semente. “Pois quem no arado põe a mão tem trabalho certo e profissão” (Paulo César, LOGUS).

Autor:
Presbítero e Missionário Veronilton Paz da Silva (Bacharel em Teologia pelo ITG de Belo Jardim - PE; Curso de Evangelista pelo CEIBEL de patrocínio - MG; Curso de Preparação de Obreiros no IBN de garanhuns - PE; Graduando em Letras na UEPB Campus VI Monteiro - PB)