segunda-feira, 2 de abril de 2012

Foto da Cidade de Sumé onde Faremos o Avanço Missionário


 Sumé é um município do estado brasileiro da Paraíba, localizado na microrregião do Cariri Ocidental. Em 1762, as terras que hoje fazem parte do município de Sumé, pertenciam à fazenda de criação de gado do Sargento-mor Manuel Tavares de Lira, genro do Capitão-mor Domingos de Faria Castro, fundador de Cabaceiras. Foi na confluência do rio Sucuru com o riacho de São Tomé que, em 1903, Manoel Augusto de Araújo deu início ao povoado, nessa época ainda chamado de São Tomé.
A região era povoada pelos índios sucurus, do povo cariri, e na língua tupi Sumé se refere a um "personagem misterioso que pratica o bem e ensina a cultivar a terra".
Sumé foi emancipada politicamente como cidade em 1 de abril de 1951, e comemorou seus 58 anos de emancipação em abril de 2009.

Avanço Missionário em Sumé

Nos Proximos dias 06, 07 e 08 de Abril teremos o nosso avanço missionário na cidade de Sumé-PB, onde temos um campo misionário iniciando. O nosso missionário Pb. Antonio Braz está trabalhando no campo. temos uma parceria com a JMN/IPB e PRVP. A Igreja Presbiteriana do Brasil em Monteiro completou agora dia 17/03/2012 oitenta anos em solo monteirense. Agora não queremos ser apensas a pioneira no Cariri da Paraiba, mas queremos filhos. Oramos ao Senhor: Dá-nos o Cariri para ti em nome de Jesus!

Em Guiné-Bissau é ordenado o primeiro pastor Presbiteriano

Por Emma Castro com a colaboração do Rev. Paulo Serafim - APMT

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O dia 25 de março de 2012 ficará marcado como um dia especial para a Igreja em Guiné-Bissau, pois o primeiro pastor guineense, Malan Sanhá foi ordenado ao sagrado ministério. Ele é casado com Mariana Monteiro Barbosa Sanhá e pai de dois filhos, Mical e Miqueila.
Oriundo do islamismo, o jovem pastor conheceu a Cristo em 1997. Começou a leitura da Bíblia, buscando respostas que, segundo ele, não encontrou no Alcorão, principalmente sobre o perdão dos pecados. Até que se deparou com I João 1.9 que diz: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça”. Partindo desse versículo, que muito o incomodara, buscou a companhia de cristãos e foi ai que conheceu os missionários da APMT que lhe explicaram a Bíblia e fizeram o discipulado com ele.
"Cremos, pela graça de Deus, que este fato se tornará um marco importante para o crescimento da igreja no país. Louvamos a Deus por fazermos parte desse grande momento histórico, todavia, não nos esquecemos de agradecer a Deus por todos os missionários que passaram antes de nós e que deram a sua contribuição para este grande feito" ressaltou o Rev. Paulo Serafim.
O Pr. Malan foi ordenado presbítero em 29 de março de 2002 e começou a trabalhar como evangelista de tempo integral. Recebeu o preparo e a instrução para sua ordenação através dos missionários. Fez vários cursos como da APEC (Alirança Pró-Evangelização de Crianças); ETED (Escola de Treinamento e Discipulado); o CEIBEL (Curso por Extensão do Instituto Bíblico Eduardo Lane); Cursos de curta duração nas áreas de missões, evangelismo e liderança e leituras de livros sugeridos pelos missionários. Escreveu uma monografia sobre a importância da Palavra de Deus para a salvação dos pecadores e pregou um sermão sobre as evidências da nossa salvação no texto de I Tessalonicenses 1.3-4.
malan_1A Igreja Presbiteriana em Gabu, Guiné Bissau, foi registrada oficialmente, no dia 17 de julho de 1997, sob a liderança do rev. José Dilson, missionário pioneiro da APMT (Agência Presbiteriana de Missões Transculturais). Atualmente a Igreja Presbiteriana de Gabu conta com quatro congregações, sendo duas em Bissau, uma em Cerração e outra em Pirada. A Igreja Presbiteriana de Guiné Bissau (IPGB), tem em torno de 100 membros comungantes e outras 20 pessoas estão fazendo classe de catecúmenos.
Segundo o missionário, rev. Paulo Serafim, são vários os desafios para os missionários que atuam no país. Entre eles, comprar um terreno para a igreja e a escola em Bissau; organizar a segunda igreja em Bissau; ordenar, ainda este ano, o segundo pastor, Alberto Sá e preparar mais líderes e a eleição de presbíteros e diáconos. Atualmente são três os candidatos ao sagrado ministério. Dois estão estudando no Instituto Bíblico Rev. Augusto Araújo em Cuiabá (IBAA), e um está cursando o primeiro ano do Seminário em Bissau.
No momento, a APMT tem três famílias de missionários atuando naquele país. A Miss. Cicília Vieira de Sá e família, o Rev. Paulo Serafim de Souza e família, e o Rev. Rogério Gallo Pinheiro e família. A Miss. Lucimar Augusta Rodrigues e o Rev. Basílio Oliveira Gonçalves se encontram no Brasil preparando seu retorno àquele campo.
Contato com os Missionários:
Miss. Cicília
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Rev. Basílio
Miss. Lucimar
Rev. Paulo
Miss. Rogério

Fonte: www.ipb.org.br

PRIVILÉGIO DE ESTAR NA PRESENÇA DE DEUS

Txt. Hb. 10.19-25 (King James)
19. Sendo assim, irmãos, temos plena confiança para entrar no Santo dos Santos mediante o sangue de Jesus,
20. por um novo e vivo Caminho que Ele nos descortinou por intermédio do véu, isto é, do seu próprio corpo.
21. Temos, portanto, um magnífico sacerdote sobre a Casa de Deus.
22. Desta forma, acheguemo-nos a Deus com um coração sincero e com absoluta certeza de fé, tendo os corações aspergidos para nos purificar de uma consciência culpada, e tendo os nossos corpos lavados com água pura.
23. Sem duvidar, mantenhamos inabalável a confissão da nossa esperança, porquanto quem fez a Promessa é fiel.
24. E consideremos uns aos outros para nos encorajarmos às manifestações de amor fraternal e às boas obras.
25. Não abandonemos a tradição de nos reunirmos como igreja, segundo o procedimento de alguns, mas, pelo contrário, motivemo-nos uns aos outros, tanto mais quanto vedes que o Dia está se aproximando.

INTRODUÇÃO

Quando se lê a epístola aos Hebreus percebe-se muitas coisas às vezes difíceis de entender. Por isso, para compreender sua mensagem, é necessário conhecer um pouco sobre o Antigo Testamento, principalmente o Pentateuco.
Esta epístola até o dia de hoje apresenta dúvida quanto a sua autoria. Alguns acreditam que foi Paulo, outros Apolo. Mas a maioria acredita que se trata de um escritor anônimo. Mas nosso intuito aqui não é debater sua autoria, isto não será necessário porque esta epístola foi escolhida por Deus para fazer parte do Cânon, ou da Bíblia, sendo verdade de Deus.
Portanto nesta passagem que lemos buscaremos compreender o privilégio que temos de entrar na presença de Deus.


I - ENTRAR NO SANTOS DOS SANTOS V.19.

No A.T havia o Templo em Jerusalém, neste templo havia vários compartimentos. Havia o lugar dos não judeus, ou gentios, o lugar dos judeus homens, lugar das mulheres, lugar dos sacerdotes, o altar do sacrifício, o lugar santo e o lugar santíssimo. No lugar santíssimo era onde estava a presença de Deus, e somente o Sumo sacerdote poderia entrar neste lugar de ano em ano para sacrificar, mas antes ele tinha que oferecer sacrifício pelos seus pecados para poder entrar. Conta a tradição que era amarrado uma corda no sumo sacerdote, caso ele estivesse em pecado e morresse seria puxado para fora, pois ninguém poderia entrar.
Mas hoje nós temos liberdade, confiança, intrepidez para entrar na real presença de Deus. isto é um grande privilégio. Não há mais restrição. Cristo através de seu sangue nos proporcionou isto.

II – UM NOVO E VIVO CAMINHO. V.20

Havia, ainda na entrada do Santo dos Santos, um véu, ou seja, uma cortina. Esta cortina era o símbolo de separação entre o homem e Deus, sendo necessário um intermediário, o Sumo Sacerdote, entre Deus e o homem. Mas Cristo nos abriu, nos dedicou, nos aperfeiçoou, nos descortinou, nos abriu esta entrada para a presença de Deus.
Na cruz, Cristo, após o brado “Está Consumado”, a bíblia diz que o véu do templo rasgou de alto a baixo, destruindo a separação entre Deus e o homem, trazendo agora a reconciliação. Este novo e vivo caminho foi proporcionado pelo corpo de Cristo, simbolizado neste verso pelo véu, que foi rasgado por nossos pecados.

III – GRANDE SACERDOTE. V. 21

Não precisamos mais de um sacerdote que faça intermédio entre nós e Deus, pois temos um magnífico sacerdote sobre a Casa de Deus, o qual é Cristo. Não precisamos de homens e mulheres que sejam mediadores entre nós e Deus. Infelizmente há muitas pessoas que se intitulam ter mais comunhão com Deus do que outras; dizendo que Deus fala com elas ao ponto de atrair pessoas para si como se fosse um mediador, ou seja, aquela pessoa que fala com Deus por você. Isto não é mais preciso, todos temos a liberdade de falar com Deus e ele nos ouve através de Cristo. E através dele temos acesso a Deus.

IV – ACHEGUEMO-NOS A DEUS. V. 22

Temos o privilégio de poder entrar na presença de Deus. Podemos nos achegar mais próximo de Deus, mais intimamente. Mas devemos achegarmo-nos desta forma:
A – Coração sincero – sem falsidade, até porque a Deus ninguém engana.
B – Absoluta certeza de Fé - sem dúvida ou medo, mas confiante que não seremos destruídos, mas recebidos pelo amoroso Deus.
C – Tendo os corações aspergidos (borrifados, regados, purificados) – é quando o sangue de Cristo está em nosso coração, pois ele nos purifica do todo pecado.
D – Sem consciência culpada - livre de qualquer acusação. Como diz Paulo: apresentar uma consciência pura diante de Deus e dos homens.
E – Corpos lavados com água pura – purificados de toda contaminação deste mundo. Rm 12.1: Apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus.
V – Confissão da nossa Esperança. V. 23.
Sem duvidar, mas mantendo firme a fé, de que podemos entrar na presença de Deus, porque quem prometeu é fiel para cumprir. Quem fez a promessa pode cumprir.
VI – Encorajando uns aos outros. V. 24.
Há uma grande importância de vivermos em comunhão, sempre encorajando uns aos outros a viver na presença de Deus. Estimulando a buscar sempre a Deus.

VII – REUNIR COMO IGREJA. V. 25.

Jamais devemos abandonar o culto. Devemos freqüentar para que nossa fé seja aumentada. Não só isso, mas também motivar uns aos outros a se reunir para cultuar a Deus.
E o autor dá motivos para isso, quando diz que o Dia está se aproximando.

CONCLUSÃO.

Muitas pessoas não entraram ainda na presença de Deus, talvez porque não compreendiam este privilégio. Outros vivem correndo atrás de intermediários (profetas, reveladores, videntes) por desconhecer este privilégio. Mas você tem a oportunidade de entrar na presença de Deus hoje. Isto porque você está tendo a oportunidade de conhecer esta verdade.

Cristianismo e Liberdade? Vejam só!




Há quem aponte o Cristianismo como sendo opressor. Há quem aponte o Cristianismo como a causa primeira de praticamente todos os males do mundo. Há quem veja o Cristianismo como a força dos fortes contra os fracos (Karl Marx), e outros como a força dos fracos contra os fortes (Nietzsche). Pretendo abordar este assunto pessoalmente em breve, mas hoje quero compartilhar um texto fantástico que acabei de ler no portal Monergismo (www.monergismo.com). Já escrevi a respeito da abominação que é um Estado forte, paternalista, ingerente... E o artigo que postarei agora, de P. Andrew Sandlin, nos traz o assunto novamente!


Para quem ainda não leu, ou quer relembrar, deu o link de dois artigos que já publicamos sobre a imoralidade de um Estado "forte":

força política mais libertadora na história da humanidade tem sido o cristianismo (Jo 8.36). O cristianismo ramificou-se do tronco da religião hebraica piedosa do Antigo Testamento, e a antiga nação hebraica (antes da era dos reis [1Sm 8]) foi sem dúvida a sociedade mais libertária na história da humanidade. O cristianismo herdou da fé veterotestamentária a crença inabalável no Deus soberano e transcendente, que está acima de todos e julga toda a humanidade, incluindo seus sistemas de governo civil. A ordem política nunca é suprema.

O cristianismo destruiu a unidade do antigo mundo pagão. A fonte dessa unidade era o Estado, geralmente identificado com a própria sociedade, no topo do qual estava um grande líder político, um rei ou imperador, que pensava ser um deus ou semelhante a deus. A unidade do antigo mundo pagão consistia na divinização da ordem temporal na forma do Estado.
Mas o cristianismo reconhecia “outro rei” (At 17.7). Embora não por meios anarquistas, os primeiros cristãos reconheciam que nenhuma autoridade terrena, especialmente autoridade política, poderia ser suprema, pois somente a autoridade de Deus é suprema.
Ao esclarecer a cristologia (a doutrina de Jesus Cristo) ortodoxa, o Concílio de Calcedônia (451 a.C.) lançou o fundamento da liberdade ocidental. Apenas Jesus Cristo é divino e humano, plenamente Deus e plenamente Homem, a única ligação entre céu e terra. Ele é o único Mediador divino-humano. Essa decisão repudiava dramaticamente toda divinização da ordem temporal. Nenhum Estado, nenhuma igreja, nenhuma família, poderia ser Deus ou semelhante a Deus.
Esse reconhecimento colocou o cristianismo patrístico em rota de colisão com a política clássica. Os primeiros cristãos foram perseguidos de maneira selvagem, não porque adoravam a Jesus Cristo, mas porque recusavam adorar ao imperador romano. As sociedades politeístas encorajam a adoração de divindades. Elas resistem à exclusão de todas as divindades, particularmente o Estado, excetuando-se a Divindade verdadeira, o Deus da Bíblia.

No mundo medieval, a Igreja Latina tornou-se uma força de compensação na sociedade, verificando e limitando a autoridade do Estado. De fato, na maior parte do tempo, o tamanho e a força da igreja excederam em muito a de qualquer Estado em particular. Lord Acton estava correto ao sugerir que a prática da liberdade política no Ocidente surgiu, em grande parte, a partir deste conflito medieval Igreja-Estado. Em adição, o mundo medieval, a despeito dos seus muitos defeitos, apoiou uma grande medida de liberdade política ao promover várias instituições humanas além da igreja que alegavam fidelidade ao homem: a família, a confraria, o senhor feudal, e assim por diante. Isso significou que o Estado tinha de compartilhar sua autoridade com outras instituições igualmente legítimas. Nenhuma instituição humana pode exercer autoridade suprema.

As limitações constitucionais do poder político, das quais surgiu a prática de democracias constitucionais dos séculos 18 e 19, começaram na Inglaterra cristã com a Carta Magna. A Inglaterra também realizou o primeiro ataque bem sucedido contra a doutrina maligna do direito divino dos reis durante a Revolução Puritana na primeira metade do século 17; e em 1688-89, durante a Gloriosa Revolução de Guilherme e Maria, ela colocou o último prego no caixão desta ameaça duradoura à liberdade política. A fundação dos Estados Unidos foi a maior experiência em liberdade política daquele tempo, e ela funcionou conscientemente com base em certas premissas distintamente cristãs.
Os Fundadores, por exemplo, reconheceram a doutrina bíblica do pecado original e da depravação humana, e portanto criaram um sistema de governo civil que dividiu a tomada de decisão entre vários ramos e que não outorgou muito poder a nenhum ramo do governo civil. Segundo, eles argumentaram que o papel do governo civil é assegurar os direitos de “vida, liberdade e felicidade”, com os quais Deus, como Criador, dotou todos os homens. Em terceiro lugar, reconhecendo a doutrina bíblica de que o governo civil deveria proteger as minorias (Ex 23.9), eles elaboraram uma constituição à qual juntaram uma Declaração de Direitos, inibindo assim o surgimento de uma tirania resultante de uma rápida mudança política segundo o capricho da opinião democrática.
A liberdade política como refletida na separação de poderes, bem como nas fiscalizações e contra balanços; o papel do Estado em proteger a vida, liberdade e propriedade; e a proteção constitucional dos direitos das minorias – todos estes foram legados do cristianismo ao mundo moderno.

Hoje o Ocidente definha sob a violência do aborto e eutanásia, a praga do homossexualismo, a pobreza do materialismo, a coerção do socialismo, o domínio da educação “pública”, o caos do ativismo judicial, e a injustiça do racismo e sexismo impostos. Essas tiranias são todas o resultado direto do abandono do cristianismo bíblico. O mundo ocidental tem aceitado crescentemente a proposta daquele primeiro político liberal moderno, Jean Jacque Rousseau: o Estado emancipará você da responsabilidade para com todas as instituições humanas não coercivas, como a família, igreja e os negócios, se apenas você submeter-se à coerção do Estado. O homem moderno está disposto a negociar a sua responsabilidade para com a família, igreja e os negócios, trocando-a por submissão a uma ordem política crescentemente coerciva e violenta. Estamos retornando ao mundo pagão clássico, no qual o Estado coercivo é o princípio unificador de tudo na vida.
Os regimes políticos mais cruéis, violentos e assassinos na história da humanidade tem sido os não-cristãos ou anti-cristãos: o humanismo pagão primitivo dos antigos Egito, Babilônia, Pérsia, Grécia e Roma, e o humanismo secular sofisticado da França revolucionária, União Soviética, China Vermelha, Alemanha Nazista, Itália Fascista, e outros estados seculares modernos. O humanismo é e sempre será uma receita para o terror e tirania políticos.
A única esperança para o retorno da liberdade política e da sociedade livre que ela promove é um retorno ao cristianismo bíblico e ortodoxo. O cristianismo não é meramente uma matriz na qual a liberdade política floresce; ele é o único fundamento sobre o qual se pode construir uma sociedade livre.