sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Uma Avaliação da Igreja Brasileira

Recebi uma mensagem via e-mail do Rev. Davi Botelho sobre a Igreja Evangélica Brasileira, deixo a mensagem na integra para nossos leitores. Um abraço!
 
Uma avaliação da Igreja brasileira

Em 20 anos a igreja quase quadruplicou em tamanho, prosperou em finanças, junto com o Brasil que se tornou a sexta economia mundial, será a quinta até o final do ano que vem e a quarta em 2020. Em 10 anos o salário mínimo saiu de 75 dólares para cerca de 300 dólares.
 O resultado de tudo isso é que nos tornamos um dos mais consumistas do mundo. Os EUA pretende liberar os vistos para os brasileiros e os demais países tem facilitado os vistos para nós, isto não é porque somos bonzinhos, mas por causa do nosso dinheirinho que valorizou muito e que o custo de vida no Brasil se tornou um dos mais caros do mundo.

Em 2005 fizemos um planejamento estratégico de 10 anos para avaliar a igreja brasileira  em 2015. Este foi coordenado pelo engenheiro Mateus Nápoli, filho de pastor e líder de missões. Para isto usamos os fatos listados que afetaria na conclusão.

• Vida Espiritual
• Discipulado
• Denominacionalismo
• Visão Missionária
• Economia Brasileira
• Renda per Capita e Distribuição de Renda
• Indústria
• Relações Internacionais do Brasil
• Inclusão Digital

Ao final do planejamento escolhemos duas tendências para 2015 e uma delas foi denominada: Igreja de Laodicéia. Avaliem vocês essa conclusão minuciosamente. Até parece profético, pois a economia na época não tinha a perspectiva do que é hoje o Brasil e a igreja. O Cenário estudado e mostrado abaixo sobre o Planejamento Estratégico de 2005 na Horizontes mostra o exemplo denominado "Laodicéia"

"m 2015, 1/4 da população brasileira é evangélica e é superficial na vida cristã, a igreja se tornou rica e abastada, mas sem visão.A mídia evangélica tem influenciado com a teologia da prosperidade, formando uma mentalidade materialista e mundanista, aumentando a estrutura de poder das denominações. O discipulado é fraco e não atende a todas as necessidades da igreja, que tornou-se intelectualizada voltada para os seus próprios interesses. A falta de espiritualidade resultou no desinteresse e falta compromisso com missões. Os missionários têm sido negligenciados em todas as áreas de apoio.

A economia do país está em alta com crescimento da indústria e serviços. Mesmo com este crescimento, não há investimento da igreja na obra missionária. As organizações missionárias e juntas denominacionais lutam bravamente por recursos e missionários para serem enviados. A estrutura de envio missionário foi afetada resultando no interesse de pequenos grupos e
empresários, a igreja ignorou a sua responsabilidade de envio, sustento e cuidado missionário.

No cenário internacional também crescemos, devido ao investimento no agro negócio e outras tecnologias que aumentaram a exportação. A nossa imagem melhorou diante das comunidades internacionais, assistimos ao estabelecimento de parcerias nas áreas de esportes, cultura e negócios. Hoje em dia, a maioria das parcerias missionárias é nessas áreas, pois, com a decadência da igreja brasileira, há um desinteresse da igreja internacional
em apoiar o movimento missionário brasileiro.

Há uma diminuição considerável pela procura de treinamento missionário por duas razões: a zona de conforto e a falta de sustento. O treinamento tornou-se a curto prazo e com procura por cursos a distância. Esta situação tem limitado o número de candidatos e obreiros de base nas agências missionárias causando um aumento no custo de formação. Há menor busca por
especialização, literaturas bíblicas e cursos de missões, afetando o ministério de mobilização e investimento missionário.

A adoção à internet cresceu com o incentivo a cursos de informática. Devido à concorrência houve uma queda nos preços de produtos comercializados virtualmente. Novas estratégias missionárias são dirigidas a programas de televisão, grupos de comunicação e à própria internet."
Chamemos um Auditor
Imagine o que ocorreria se contratássemos um auditor de planejamento para analisar e dar seu parecer sobre a Igreja e para onde ela deveria ir, a fim de cumprir o seu propósito máximo. Ele nos faria algumas perguntas com o objetivo de chegar a uma conclusão. Sua primeira pergunta talvez seria: Qual é a tarefa principal da igreja?
Responderíamos que é tornar Cristo conhecido por toda criatura, em todo o mundo.
E, para isso, com quem a igreja conta atualmente?
Responderíamos que a igreja possui mais de 800 milhões de cristãos verdadeiros. Ele ficaria surpreso!
A terceira provável pergunta seria: Quais são os recursos com os quais contamos hoje?
Responderíamos que mais de 50% dos cristãos no mundo são classificados como ricos e que somente 13% são verdadeiramente pobres. Temos todas as estratégias e os melhores treinamentos para evangelizar todos os povos, tribos, e nações. Temos métodos de tradução da bíblia para as línguas que nada têm do livro sagrado e condições de terminar a tarefa em nossa geração.  Sua admiração seria ainda maior.
Uma última pergunta: Vocês sabem onde se encontram as pessoas não seguidoras de Cristo, alvos da pregação?
Orgulhosos, responderíamos com riquezas de detalhes que a maioria delas, ou 95% dos menos alcançados da terra, está concentrada numa região do mundo que denominamos Janela 10-40. Lá estão aproximadamente 2.3 bilhões de pessoas que chamamos de os menos alcançados, pelo evangelho, da terra.
Nosso interlocutor a essa altura estaria em êxtase com grande admiração pelo conhecimento demonstrado, recursos financeiros e pessoal que possuímos.
E sua conclusão seria: Vocês não são sérios naquilo que creem e fazem.

Tenho tido pena dos nossos jovens que vão a algumas conferências missionárias e saem entusiasmados, mas depois que chegam em suas igrejas são esfriados por seus pastores que não tem visão missionária.
Que o Pai tenha misericórdia de nós e nos perdoe dessa realidade mostrada dois anos antes do cumprimento do CENÄRIO 2015.
David Botelho
uniasia@mhorizontes.org.br
Missão Horizontes - Bradesco - Agência 1020 - Conta 3111-9

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

As Boas Novas do Evangelho de João – Estudo 03

PECADO, O PROBLEMA DO HOMEM

           A Bíblia mostra que Deus ama o homem e que Ele tem um plano para cada um. Porém muitos não têm experimentado o amor de Deus de maneira completa por causa do PECADO; estão separados de Deus, pois a Bíblia mesma diz: “as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus” Is. 59.2. Por causa do pecado a Bíblia descreve o homem como morto espiritualmente, não tendo comunhão com Deus.
  • Responda com suas próprias palavras:
    1. Qual a condição do homem que está separado de Deus? (12.46; 8.12)

    1. Em (8.12) como Jesus é chamado?

    1. Qual o efeito do pecado sobre a pessoa que peca? (8.34)

    1. De acordo com (3.19) todos os homens têm vontade de ver a luz?

    1. Por que alguns homens gostam de ficar nas trevas (longe de Deus)? (3.19,20)

    1. De que pecado os homens são culpados, de acordo com (16.9)?

    1. Qual a condição dos homens que não crêem no Filho de Deus? (3.36)

    1. Quem já está condenado por Deus? (3.18)

    1. Jesus veio ao mundo para nos condenar? (3.17). O que Ele veio fazer?

    1. Qual a razão apontada por Jesus de certas pessoas não terem a vida que Ele veio proporcionar? (5.40)

Chave de Correção:
  1. João 12.46 “Eu, que sou a luz, vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas”. João 8.12 “Então Jesus tornou a falar-lhes, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue de modo algum andará em trevas, mas terá a luz da vida” (está vivendo nas trevas).
  2. João 8.12 “Então Jesus tornou a falar-lhes, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue de modo algum andará em trevas, mas terá a luz da vida” (Jesus é chamado Luz do Mundo).
  3. João 8.34 “Replicou-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é escravo do pecado” (o pecado escraviza o homem).
  4. João 3.19 “E o julgamento é este: A luz veio ao mundo, e os homens amaram antes as trevas que a luz, porque as suas obras eram más” (Não. Nem todos desejam a luz de Cristo).
  5. João 3.19, 20 “E o julgamento é este: A luz veio ao mundo, e os homens amaram antes as trevas que a luz, porque as suas obras eram más”. Porque todo aquele que faz o mal aborrece a luz, e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas” (Porque suas são obras são más e Deus as reprova).
  6. João 16.8, 9 “E quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo: do pecado, porque não crêem em mim” (São culpados do maior pecado, que é Não crê em Jesus).
  7. João 3.36 “Quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, porém, desobedece ao Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus” (Não terão a vida eterna e a ira de Deus está sobre eles).
  8. João 3.18 “Quem crê nele não é julgado; mas quem não crê, já está julgado; porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus” (Todo o que não crê (confia) em Jesus para salvação).
  9. João 3.17 “Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele” (Não. Veio trazer salvação para toda a humanidade).
  10. João 5.39, 40 “Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna; e são elas que dão testemunho de mim; mas não quereis vir a mim para terdes vida!” (As pessoas não tem vida eterna porque não vão até Jesus).

Esboço do Sermão Dominical do Missº Veronilton Paz (CP Sitio Serrote)



TEXTO: I JOÃO 4.7-21

Tema: CARACTERÍSTICAS DO AMOR DE DEUS

1.        O HOMEM PODE CONHECER O AMOR DE DEUS. V.7-8

1.1 O amor procede de Deus e não do homem. V.7a
“Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor é de Deus [...]”.

1.2 O amor só é vivenciado por quem é nascido de Deus. V.7b-8
“[...] e todo o que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor”.

2.        A MANIFESTAÇÃO DO AMOR DE DEUS. V.9, 10, 13, 14

2.1 O amor de Deus manifestou-se independente do nosso amor por Ele. V.10a
“Nisto está o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós [...]”.

2.2 O amor de Deus manifestou-se de forma visível quando Deus enviou seu Filho Jesus ao mundo para salvá-lo. V.9, 10b, 14
“Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco: em que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por meio dele vivamos”.
“[...] m que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por meio dele vivamos”.
“E nós temos visto, e testificamos que o Pai enviou seu Filho como Salvador do mundo”.

2.3 A garantia que o amor de Deus está em nós é a presença do seu Santo Espírito em nós. V.13
“Nisto conhecemos que permanecemos nele, e ele em nós: por ele nos ter dado do seu Espírito”.

3.        O RESULTADO DO AMOR DE DEUS NO CRENTE. V.11, 12, 15-20

3.1 Leva o crente a confessar Cristo e permanecer no amor de Deus. V.15-16
“Qualquer que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece nele, e ele em Deus. E nós conhecemos, e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é amor; e quem permanece em amor, permanece em Deus, e Deus nele”.

3.2 Leva o servo de Deus a ter confiança no futuro, retirando dele todo o medo. V.17-18
“Nisto é aperfeiçoado em nós o amor, para que no dia do juízo tenhamos confiança; porque, qual ele é, somos também nós neste mundo. No amor não há medo antes o perfeito amor lança fora o medo; porque o medo envolve castigo; e quem tem medo não está aperfeiçoado no amor”.

3.3 Leva o salvo a amar o próximo. V.11, 12, 19, 20
“Amados, se Deus assim nos amou, nós também devemos amar-nos uns aos outros”.
“Ninguém jamais viu a Deus; e nos amamos uns aos outros, Deus permanece em nós, e o seu amor é em nós aperfeiçoado”.
Nós amamos, porque ele nos amou primeiro”.
“Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, não pode amar a Deus, a quem não viu.
E dele temos este mandamento, que quem ama a Deus ame também a seu irmão”.

CONCLUSÃO:
 Vimos nesta mensagem que o amor de Deus tem algumas caracteristicas como: 1. Ser conhecido pelos homens; 2. É manifesto entre nós e; 3. resulta em atitudes na vida do crente. Já experimentamos o amor de Deus? 

APLICAÇÃO: 
Hino: NC 42 "O Grande Amor de Deus"
Desafio: Vivencia de amor por Deus e pelo proximo.
Oração: Entrega dos crentes ao amor de Deus, não crentes a uma experiencia de conversao.

Autor: Pb. Veronilton Paz (IPB Monteiro-PB - Congregação do Sítio Serrote)  83 9679 0574



sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Como ser Cheio do Espírito Santo




Por John Piper


Como beber o vinho de Deus?

Efésios 5:18 diz: "E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito". Há, pelo menos, quatro efeitos de ser cheio do Espírito. Primeiramente, o versículo 19 mostra que o efeito é musical: "...falando entre vós com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor". É evidente que a alegria em Cristo é a característica peculiar de ser cheio do Espírito.

Mas não somente alegria. No versículo 20, encontramos a gratidão: "Dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo". Gratidão perpétua, gratidão por tudo resulta de ser cheio do Espírito - e essa gratidão tem como alvo o vencer a murmuração, o descontentamento, a autocompaixão, a amargura, o queixume, a carranca, a depressão, a inquietação, o desânimo, a melancolia e o pessimismo!

Mas os efeitos não são apenas alegria musical e gratidão por tudo; há também a submissão de amor às necessidades uns dos outros - "sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo". Alegria, gratidão e amor humilde - essas são algumas das marcas de ser cheio do Espírito.

Poderíamos acrescentar um quarto efeito: ousadia no testemunho cristão. Podemos ver isto com mais clareza em Atos 4:31: "Tendo eles orado, tremeu o lugar onde estavam reunidos; todos ficaram cheios do Espírito Santo e, com intrepidez, anunciavam a palavra de Deus". Nenhum crente deixará de ser ousado e zeloso no testemunho, se o Espírito Santo estiver produzindo nele alegria transbordante, gratidão perpétua e amor humilde. Oh! Como precisamos ser cheios do Espírito! Procuremos esse enchimento! Busquemo-lo!
 


No entanto, há uma pergunta crucial: como podemos buscá-lo? Comecemos com a analogia mais próxima: "Não vos embriagueis com vinho... mas enchei-vos do Espírito" (v. 18). Como você se embriaga com o vinho? Você o bebe... em grande quantidade. Então, como ficaremos embriagados (cheios) com o Espírito? Bebamos dEle! Bebamos em profusão. Paulo disse: "A todos nós foi dado beber de um só Espírito" (1 Coríntios 12:13). Jesus disse: "Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva. Isto ele disse com respeito ao Espírito" (João 7:37-39).

Como podemos beber do Espírito Santo? Paulo disse: "Porque os que se inclinam para a carne cogitam das coisas da carne; mas os que se inclinam para o Espírito, [cogitam] das coisas do Espírito" (Romanos 8:5). Bebemos do Espírito cogitando das coisas do Espírito. O que significa "cogitar" das coisas do Espírito"? Colossenses 3:1-2 afirmam: "Buscai as coisas lá do alto... Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra". "Pensar" significa "procurar, dirigir a atenção para, preocupar-se com". Significa "ser dedicado a" e "absorvido com". Portanto, beber do Espírito significa buscar as coisas do Espírito, dirigir a atenção às coisas do Espírito, dedicar-se às coisas do Espírito.

Quais são "as coisas do Espírito"? Quando Paulo disse: "Ora, o homem natural não aceitaas coisas do Espírito de Deus" (1 Coríntios 2:14), estava se referindo aos seus próprios ensinos inspirados pelo Espírito (1 Coríntios 2:13) - especialmente seus ensinos a respeito dos pensamentos, planos e caminhos de Deus (1 Coríntios 2:8-10). Então, "as coisas do Espírito" são os ensinos dos apóstolos a respeito de Deus. Jesus também disse: "As palavras que eu vos tenho dito são espírito e são vida" (João 6:63). Logo, os ensinos de Jesus também são "as coisas do Espírito".

Portanto, beber do Espírito significa cogitar das coisas do Espírito. E cogitar das coisas do Espírito significa dirigir nossa atenção aos ensinos dos apóstolos a respeito de Deus e às palavras de Jesus. Se fizermos isso por bastante tempo, ficaremos embriagados com o Espírito. De fato, ficaremos viciados no Espírito. Em vez de dependência química, desenvolveremos uma maravilhosa dependência do Espírito Santo. 
Mais uma coisa: o Espírito Santo não é como o vinho, porque Ele é uma pessoa e livre para ir e vir aonde quer que deseje (João 3:8). Por isso, temos de acrescentar Lucas 11:13. Jesus disse aos seus discípulos: "Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?" Se queremos ser cheios do Espírito, temos de pedir isso ao nosso Pai celestial. E foi isso que Paulo fez pelos crentes de Éfeso. Ele pediu ao Pai celestial que aqueles crentes fossem "tomados [cheios] de toda a plenitude de Deus" (Efésios 3.19). Beba do Espírito e ore. Beba do Espírito e ore. Beba do Espírito e ore.



Fonte: Desiring God Via: Editora Fiel

É proibido julgar? Com a Palavra Augustus Nicodemus

Ainda recentemente participei de uma discussão no Facebook com vários de meus amigos onde uma moça aborreceu-se com alguns comentários feitos a um terceiro (não por mim, garanto!) e retirou-se zangada, dizendo que Jesus havia ensinado que não se devia julgar os outros. Eu sei que existem situações em que julgar é realmente errado, mas aquela não era uma destas situações. A pessoa que estava sendo "julgada" tinha feito declarações e expressado suas opiniões e os outros simplesmente estavam avaliando e rejeitando as mesmas. A atitude da mocinha, que ficou sentida, ofendida e magoada... mais »

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

OS SETE HÁBITOS DE UM NAMORO ALTAMENTE DEFEITUOSO - PARTE 2


Joshua Harris e Shannon, sua esposa.
Por Joshua Harris

2. O namoro tende a pular a fase da “amizade” de um relacionamento.
Jack conheceu Libby em um retiro do colégio promovido por uma igreja. Libby era uma garota amigável com uma repu­tação de levar a sério o seu relacionamento com Deus. Jack e Libby começaram a conversar durante um jogo de vôlei e pare­cia que gostaram um do outro. Jack não estava interessado em um relacionamento intenso, mas queria conhecer melhor a Libby. Dois dias depois do retiro ele ligou e convidou-a para um cinema no final-de-semana seguinte. Ela aceitou.

Será que Jack deu o passo certo? Bem, acertou no que se refere a conseguir um programa, mas se ele realmente quisesse construir uma amizade, errou feio. Um programa a dois tem a tendência de levar um rapaz e uma garota além da amizade e na direção do romance muito rapidamente.

Você já ouviu alguém preocupado a respeito de sair sozi­nho com uma amiga de longa data? Seja, provavelmente ouviu esta pessoa dizer algo assim: “Ele me pediu para sair, mas eu temo que se começarmos a namorar isso mudará a nossa ami­zade”. O que ela está realmente dizendo? Pessoas que fazem declarações como esta, estando cientes disso ou não, reconhe­cem que o “programa” estimula expectativas românticas. Em uma amizade verdadeira você não se sente pressionado saben­do que gosta da outra pessoa, ou que ela gosta de você. Você se sente livre para ser você mesmo e fazer as coisas juntos sem gastar três horas na frente do espelho, assegurando-se de que você esteja perfeita.

C.S. Lewis descreve a amizade como sendo duas pessoas andando lado a lado em direção a um objetivo comum. Os seus interesses mútuos os aproximam. Jack pulou esta fase de “coi­sas em comum” ao convidá-la para um programa típico, um jantar e depois um cinema, sem preocupações filosóficas, onde o fato de serem “um casal” era o foco principal.

No namoro, a atração romântica geralmente é a base do relacionamento. A premissa do namoro é: “Eu estou atraído por você; então vamos nos conhecer melhor”. A premissa da amizade, por outro lado, é: “Nós estamos interessados nas mesmas coisas; vamos curtir estes interesses comuns juntos”. Se após o desenvolvimento de uma amizade, a atração romântica aparece, então é um ponto a mais.

Ter intimidade sem compromisso é defraudar. Intimida­de sem amizade é superficial. Um relacionamento baseado somente na atração física e nos sentimentos românticos apenas durará enquanto durarem os sentimentos.

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terça-feira, 20 de novembro de 2012

Equipe de evangelização da Igreja Presbiteriana do Brasil em Monteiro - PB Evangelizando o Sítio Santa Catarina


          A Igreja Presbiteriana de Monteiro, está chegando no Sítio Santa Catarina, onde já temos uma irmã, a sra. Liu que tomou a decisão de crer no evangelho da graça, sua casa tornou-se um ponto de pregação, ali temos ido pregar o evangelho. A equipe da foto são: Em pé - Diác. Sinval (Pres. da UPH em 2012), Manoelly Jéssica (membro da IPB), Presb. Missº Veronilton Paz (Sec. de Evang. e Missões da IPB), João Batista (membro da IPB); Agachados - Diác. Glasdistone (Tesoureiro da UPH para 2013); Willian Sousa (Aluno do IBN, Garanhuns em 2013); Edvaldo (membro e músico da IPB).  Quanto mais vaca mais bezerro, então se una a nós para gerarmos filhos na fé pela evangelizaçao. Pb. Missº Veronilton Paz.

Deus é Sempre o Mesmo - Isto Significa que Ele sempre Age da mesma Forma?

Por Augustus Nicodemus Lopes
Apesar da Bíblia nos ensinar que Deus é imutável -- Ele é o mesmo hoje, ontem e para sempre -- não podemos perder de vista o fato de que as Escrituras nos ensinam que Deus nem sempre age da mesma forma em todas as épocas. Este é o problema com muitas pessoas. Elas pensam que Deus deve agir hoje exatamente como agiu no período bíblico pois Ele é o mesmo, sempre. Mas, será que a imutabilidade de Deus é uma espécie de promessa de que ele sempre agirá da mesma forma na história dos homens?

Todos concordamos, por exemplo, que Deus é capaz de criar outra vez mundos, sóis e estrelas; entretanto, segundo as Escrituras, ele já cessou da sua obra de criação. Todos concordamos que Deus poderia hoje criar mundos do nada exatamente como fez no princípio, mas nenhum de nós espera realmente que ele faça isso e nem ora por isso. O fato de que nosso Deus é o mesmo hoje, ontem e para sempre não significa que ele sempre terá de criar mundos. A criação do mundo é um exemplo de uma manifestação sobrenatural do poder divino que não se repete na História. Essa constatação é, no mínimo, um precedente para considerarmos a possibilidade de que Deus pode cessar de agir de determinadas formas na história.

Há outros precedentes na Bíblia de atividades sobrenaturais que cessaram. Um deles é o dos profetas do Antigo Testamento. O Senhor Jesus afirmou que João foi o maior e último deles (Mt 11.13; Lc 16.16). Os profetas do Antigo Testamento são encarados pelos escritores do Novo como um grupo definido e fechado, freqüentemente referidos como “os profetas” (ver Mt 11.13; 23.29; 1Ts 2.15; Hb 11.32; Tg 5.10; 1Pe 1.10-12), cujos escritos são mencionados ao lado da Lei, escrita por Moisés. O autor de Hebreus declara que a atividade dos profetas do Antigo Testamento já havia cessado, fazendo parte do modo antigo de Deus se revelar ao seu povo, sendo substituída por uma revelação maior e mais excelente, que foi aquela através de Cristo (Hb 1.1-2). Os profetas antigos são considerados, já no tempo do Novo Testamento, como homens santos, inspirados por Deus, a quem foi revelado o mistério de Cristo, revelação essa que ganhou forma escrita (2Pd 1.20-21).

Semelhantemente, não temos mais homens com os poderes concedidos aos apóstolos, os legítimos sucessores dos antigos profetas, de inspiração e infalibilidade, de realizar curas tão extraordinárias. O ofício apostólico, restrito aos Doze e à Paulo, cessou quando eles morreram. A igreja não nomeou ou elegeu outros apóstolos para substituir os que iam morrendo. E com os apóstolos parece haver cessado aqueles dons relacionados com o ofício apostólico, como por exemplo, o dom de curar.

Todos nós cremos que Deus poderia hoje levantar pessoas assim, outra vez e inspirá-los de modo a escreverem de forma inerrante a sua revelação ao povo, mas todos nós entendemos claramente pelas próprias Escrituras que essa atividade sobrenatural cessou. As Escrituras já estão completas. Não esperamos que hoje novas Escrituras sejam produzidas. Assim, a inspiração dos profetas antigos – e semelhantemente, a dos apóstolos – é mais um exemplo de atividade sobrenatural que ocorreu num determinado período da história da salvação e que, havendo cumprido seu propósito, encerrou-se. É mais um precedente em favor do que estamos argumentando, que Deus não age sempre do mesmo modo.

Ninguém hoje espera mais que Deus chame uma pessoa e lhe faça as mesmas promessas que fez a Abraão, de que o Salvador do mundo nasceria de sua semente. Ninguém espera hoje que o Filho de Deus, outra vez, se faça homem no ventre de uma virgem e que morra outra vez na cruz pelos pecados do seu povo. Teoricamente, Deus, que é o mesmo ontem, hoje e para sempre, poderia fazer todas estas coisas acontecerem outra vez, mas certamente não as fará mais. Elas aconteceram de uma vez para sempre, cumprindo um propósito único e definido na história da redenção.

Da mesma forma, Deus não parece estar disposto a realizar, outra vez, os grandes milagres do passado, que se encontram registrados no Antigo Testamento. Não esperamos como uma possibilidade, mesmo que remota, que Deus hoje abra mares, à vista de todo um exército de incrédulos, para seu povo passar, num momento de crise. É claro que ele poderia fazê-lo, mas não temos qualquer garantia ou promessa que ele o fará. Ou ainda, esperamos realmente que Deus hoje sustente um povo por 40 anos com pão do céu e água da rocha e com sandálias que não se acabam no deserto? Ou que faça o sol parar no firmamento por um dia inteiro? Ou levantar líderes dotados de força física sobrenatural como Sansão? Não há nenhuma promessa de que Deus fará isso sempre – ou, outra vez. E de fato, até onde sei, não há registro na História de que esses fatos aconteceram outra vez. Tais eventos miraculosos foram realizados num determinado período da História e com um propósito definido, que já se concretizou. Não é uma questão de termos fé ou de orarmos por estas coisas. Deus simplesmente não nos promete que as fará outra vez. Entretanto, ele permanece sendo o Deus onipotente e Todo-Poderoso de sempre. Apenas, em sua sabedoria, ele tem formas diferentes de agir em épocas diferentes.

Portanto, o argumento de que Deus hoje age exatamente da mesma forma como agiu no período bíblico carece de fundamentação exegética e ignora a evidência bíblica de que o Senhor age de acordo com um plano, cujas etapas se completam dentro de períodos definidos da História. Precisamos ter cuidado antes de dizer que tudo o que ocorria no culto das igrejas do período apostólico deverá ocorrer hoje, se tão somente estivermos abertos, buscando com fé. Não podemos deixar o propósito de Deus fora da questão.
 

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Esboço do Sermão Dominical do Missº Veronilton Paz na Congregação Presbiteriana do Sítio Serrote

TEXTO: I JOÃO 4.1-6

Os falsos profetas e os verdadeiros crentes
[1] Amados, não creiais a todo espírito, mas provai se os espíritos vêm de Deus; porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo. [2] Nisto conheceis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; [3] e todo espírito que não confessa a Jesus não é de Deus; mas é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que havia de vir; e agora já está no mundo. [4] Filhinhos, vós sois de Deus, e já os tendes vencido; porque maior é aquele que está em vós do que aquele que está no mundo. [5] Eles são do mundo, por isso falam como quem é do mundo, e o mundo os ouve. [6] Nós somos de Deus; quem conhece a Deus nos ouve; quem não é de Deus não nos ouve. Assim é que conhecemos o espírito da verdade e o espírito do erro.

TEMA: O CONTRASTE ENTRE O VERDADEIRO CRISTÃO E OS FALSOS MESTRES

  1. CARACTERÍSTICAS DO VERDADEIRO CRISTÃO.

1.1 Confessa a Cristo. V.2
Nisto conheceis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus”.

1.2 Pertence a Deus. V.4a, 6a
Filhinhos, vós sois de Deus [...]”
Nós somos de Deus [...]”

1.3 Vence o Falso Ensino. V.4b
[...] e já os tendes vencido; porque maior é aquele que está em vós do que aquele que está no mundo”.

1.4 Ouve a Palavra de Deus. V.6b
[...] quem conhece a Deus nos ouve [...]”

1.5 Vive a Verdade. V.6d
[...] Assim é que conhecemos o espírito da verdade
 
  1. CARACTERÍSTICAS DO FALSO CRISTÃO\FALSO MESTRE.

2.1 Sai de dentro dos cristãos. V.1
Amados, não creiais a todo espírito, mas provai se os espíritos vêm de Deus; porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo”.

2.2 Não confessa a Cristo. V.3
E todo espírito que não confessa a Jesus não é de Deus; mas é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que havia de vir; e agora já está no mundo”.

2.3 Não pertencem a Deus, mas ao mundo. V.5
Eles são do mundo, por isso falam como quem é do mundo, e o mundo os ouve”.

2.4 Negam-se a ouvir a Palavra de Deus. V.6c
[...] quem não é de Deus não nos ouve”.

2.5 Vivem constantemente no erro. V.6e
[...] Assim é que conhecemos [...] o espírito do erro”.

CONCLUSÃO:
Nesta Mensagem, vimos quais são as caracteristicas do verdadeiro e falso cristão, na qual examinamos de maneira expositiva cada uma delas. Somos verdadeiros ou falsos cristãos?

APLICAÇÃO:
1. Música - Brilha no meio do teu viver.
2. Desafio - Apresentarmos Cristo com palavras e ações.
3. Oração - Pela ousadia para pregar e viver o evangelho de Jesus.

Autor: Presbítero Veronilton Paz, missionário, bacharel em teologia pelo ITG, cursando Letras - Português na UEPB, professor de EBD, formação de evangelista pelo CEIBEL e CPO. 

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

OBSTÁCULO A SER VENCIDO

“Vós sois o sal da terra; ora, se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor? Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens. Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte; nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa. Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.” (Mateus 
5:13-16).

Nossos pecados nos separam de Deus, mas nem todo mundo sabe disto. O profeta afirma: “Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça.” (Isaías 59:2). Nosso pecado nos afasta de Deus.

Nossos pecados também podem separar outras pessoas de Deus. Disto poucos têm consciência. É possível que nossos pecados separem os outros de Deus, que nossas ações de alguma maneira os impeçam de ver a face de Deus.

A Bíblia nos diz com freqüência que nosso comportamento pode influenciar profundamente os outros e seu relacionamento com Deus. Ao considerarmos este aspecto da comunhão com Deus, refletir sobre a pureza do nosso “sangue espiritual” se torna especialmente importante.

No entanto, apesar do nosso pecado afetar outras pessoas, uma vida de relacionamento profundo com Deus também o faz. Quando admitimos nossos pecados honestamente, pedimos perdão e procuramos viver uma vida que ajuda a manifestar a bondade de Deus ao mundo, as pessoas vêem em nós um cristianismo real. E saberão que Jesus está do lado daqueles que o buscam com sinceridade.

Pense nisto: Nossos pecados podem separar outras pessoas de Deus.